domingo, 30 de janeiro de 2011

* Clima quente entre o PP e Robinson Faria.

          A iniciativa do Partido Progressista (PP) de buscar autonomia no Rio Grande do Norte irritou o vice-governador Robinson Faria (PMN), que, mesmo sendo de outra legenda, comandou os progressistas potiguares durante quase quatro anos. Robinson rebateu, no Twitter, o posicionamento do vereador natalense Chagas Catarino (PP), que defendeu o rompimento do PP com a governadora Rosalba Ciarlini (DEM), alegando falta de reciprocidade da democrata com a legenda. "Aqui, de público, discordo da posição tomada pelos integrantes do PP", declarou o vice-governador.
          Robinson Faria também acusou integrantes do PP de terem traído a candidatura de Rosalba. "Foi na sede do PP que acorreu a principal traição a nossa campanha. Na reunião da última quarta-feira estavam alguns dos principais protagonistas da traição", acusou Faria. A reunião citada pelo vice-governador ocorreu na última quarta-feira, no gabinete do prefeito em exercício de Natal, Paulinho Freire (PP). Participaram da conversa, além do prefeito, o presidente da comissão provisória que dirige a legenda, Benes Leocádio, e os vereadores Chagas Catarino e Albert Dickson.

* Amanhã é o grande dia.

          Segundo rumores na cidade de Caraúbas, amanhã deve sair às nomeações dos cargos do governo. É grande a expectativa. Porém, para alguns as nomeações ainda não saem amanhã, é aguardar...

* Reunião entre PMDB, PT, PR, PSB para definir cargos do terceiro escalão no RN.

          Finalizadas as negociações para os cargos de segundo escalão, os partidos da base de apoio ao Governo Federal começarão uma nova empreitada: as indicações dos cargos federais nos Estados.
          O deputado federal Henrique Eduardo Alves, líder do PMDB na Câmara, afirmou que a tendência é o partido indicar no Estado os cargos relacionados ao ministério da sua cota. “Vou me reunir com a deputada Fátima Bezerra, o deputado federal João Maia e a deputada federal Sandra Rosado. Vamos chegar a um entendimento, sem disputa”, destacou.
            Indicações sem disputa, essa eu quero ver!

* Lula X FHC.

          Quem foi melhor para o Brasil, FHC ou Lula? Creio que agora, com Dilma eleita e empossada, já se pode fazer uma avaliação isenta de paixões. Isso é importante porque as novas gerações só se recordam do governo Lula. O de FHC desenvolveu-se quando boa parte dos jovens atuais era criança. Eles não têm opinião formada sobre o que foi a gestão de Fernando Henrique Cardoso.
          FHC e Lula vivem trocando agulhadas. E - quem diria - já foram aliados, no passado. Foi nos anos 70, quando ambos, ombro a ombro, lutavam contra o regime militar.
         Afastaram-se na década seguinte. Lula tratou de fundar o PT e o professor Cardoso, na condição de suplente de Franco Montoro, assumiu a senatoria quando este se elegeu governador. Alguns anos depois ajudou a tornar viável um novo partido, o PSDB, formado por dissidentes do PMDB. Por suas opções partidárias, ambos ficaram no sereno durante muito tempo. Mas suas apostas, no longo prazo, mostraram-se acertadas. Os dois, com elas, chegaram à Presidência da República.
         E agora, desde os anos 90, tanto PT quanto PSDB são os dois principais partidos que disputam os corações e mentes da opinião pública. Ao menos da parcela que se acredita esclarecida.
         FHC e Lula, cada um pôde reinar durante oito anos. Foram eleitos e reeleitos para o posto. Ambos lograram formar folgadas maiorias no Congresso. Fernando Henrique aproveitou-as para fazer profundas reformas na economia. Lula, que lhe sucedeu, fez o carro deslanchar e tratou de, sozinho, recolher os louros da retomada do desenvolvimento e também do soerguimento da autoestima dos brasileiros.
        É difícil afirmar, de forma isenta, qual deles foi o mais importante para o Brasil. Em termos de mudanças, FHC foi o mais efetivo. Já quanto à popularidade, foi Lula quem se saiu melhor.
         Embora Lula insista em afirmar que a História do Brasil teve início no dia em que o PT chegou ao poder, eu - que não nasci em 2003 - tenho uma visão mais crítica do processo. Venho seguindo o noticiário político e econômico desde que me tornei adulto. Pelas minhas contas, já pude acompanhar a trajetória de oito presidentes, dez governadores do Estado e 12 prefeitos da capital.
         Dentre essas três dezenas de governantes, já houve de tudo: militares, civis, eleitos nas urnas, eleitos indiretamente, vices que assumiram, nomeados e também interinos. Houve quem morresse antes de tomar posse e quem fosse impedido em meio ao mandato. Alguns acreditavam falar com Deus; outros, ainda, deixavam Deus esperando na linha.
         Alguns eram direitistas e outros, esquerdistas. E muitos eram, também, populistas. Governantes que cultuaram a fama de trabalhar demais, a maioria que se contentava em trabalhar o suficiente e ainda os que, manifestamente, não gostavam de trabalhar. Como diz o povo, houve gente que não era capaz de nada e gente que era capaz de tudo.
         Eu fiz oposição a alguns e fui simpático a outros.
         Quais foram os melhores? Com mais de três décadas de experiência, confesso que não sei dizer.
        Presidentes, governadores e prefeitos, nenhum deles governou sozinho. Todos tiveram equipes qualificadas e assessores especializados. Deram-se melhor os que souberam evitar os áulicos, descobrir talentos, liderar equipes e garantir, politicamente, a sua governabilidade Mais de meio século atrás, o então prefeito Prestes Maia já reconhecia que "governa melhor um político cercado de técnicos do que um técnico cercado de políticos". E olhem que ele era um técnico.
          Iniciei a minha carreira profissional, como jornalista, comentando economia e política no rádio e na TV. Pude constatar que todos os governantes, sem exceção, começaram suas administrações com inúmeros projetos, propostas, promessas e boas intenções. Ao término de seus mandatos, alguns anos depois, bastava contar as suas realizações para perceber que quase nenhuma de suas metas fora atingida. Ao menos não na forma que eles haviam previsto.
          Os que lograram marcar presença não foram, necessariamente, os que intentavam criar um novo mundo. Foram aqueles que souberam captar o Zeitgeist - o espírito do tempo, ou da época, como se diz.
          O fato é que numa gestão é preciso saber conciliar a sorte com a virtude. Bons jogadores não são apenas os que sempre recebem boas cartas. São também os que fazem o melhor com as cartas que têm.
Alguns lograram êxito. Outros se celebrizaram como exemplos a não serem seguidos.
          Os governos de Lula e FHC foram, no meu entender, complementares. Quer no que se refere à retomada do desenvolvimento, quer nas políticas de combate à miséria, o mérito de Lula foi o de pavimentar as picadas que Fernando Henrique já havia aberto.
          Se em 2009 a economia brasileira se saiu bem da crise, isso se deve em boa parte à robustez de nosso sistema financeiro. E este só é forte porque foi saneado e normatizado no governo anterior.
          Quanto aos programas sociais, como o Bolsa-Família, foi no governo de Lula que se consolidou a ideia, mas foi no de Fernando Henrique que ela se tornou realidade.
          O problema é que, atualmente, o que se percebe é que, de tudo o que foi feito, coube somente a Lula a colheita de resultados. O que sobrou para FHC foi apenas o sofrimento das consequências.
          Nas últimas eleições, isso ficou patente: quase todo mundo pegou carona na popularidade de Lula e poucos foram os que se atreveram a falar bem de Fernando Henrique.
          A nossa posteridade há de fazer justiça. O teste do tempo é implacável: destrói tanto modismos quanto reputações artificiais. E perante a História não basta ser popular para garantir uma vaga.
Fonte: WWW.BLOGDOMELLAO.COM.BR

* Banco Panamericano pode ser vendido hoje.

           Se não entrar nenhuma pedra no caminho, a venda  do Banco Panamericano deve ser anunciada hoje, no fim da tarde,  depois de intensas reuniões entre a equipe de Silvio Santos e integrantes do BTG em São Paulo. Reuniões essas que devem atravessar a madrugada e boa parte do dia de domingo.
          Não se sabe exatamente qual foi a mágica que André Esteves montou, mas conta que Silvio Santos perderá somente o banco preservando seus outros negócios e patrimonio. Isto é : não receberá um tostão pela sua institução financeira, mas seus “anéis” serão preservados.

* Deputado Getúlio Rego Fará festa da vitória dia 05 de Fevereiro.

           Recebi a informação e o convite para a festa de comemoração de mais uma vitória do deputado estadual reeleito Getúlio Rego (DEM) a festa está marcada para o sábado (5 de fevereiro). Será em Pau dos Ferros.
           Getúlio Rego é Médico, tem 67 anos de idade, natural de Portalegre, casado, pai de três filhos (entre eles o prefeito de Pau dos Ferros, Leonardo Rêgo-DEM), Getúlio vai para o oitavo mandato consecutivo como deputado estadual. O primeiro foi obtido em 1982.
Getúlio Rego foi o deputado estadual mais votado em Caraúbas em 2010.
Getúlio Rego vai para o seu oitavo mandato de deputado estadual. 
            É aguardada a presença de várias lideranças políticas, como a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) e os senadores José Agripino (DEM) e Garibaldi Filho (PMDB).
            A festa será a Praça de Eventos, a partir das 21h, vão se apresentar Banda Grafith, Rita de Cássia e Anízio Júnior.