domingo, 14 de agosto de 2011

* Candidata do Rio Grande do Sul vence o concurso Miss Mundo Brasil.

A representante do Rio Grande do Sul, Juceila Bueno, de 23 anos, venceu neste sábado (13) o concurso Miss Mundo Brasil, em evento realizado em um hotel de Angra dos Reis. Em segundo lugar ficou a candidata de Sergipe, Mariane Silvestre, e em terceiro lugar ficou a representante de São Paulo, Ana Cecília Cunha.

A nova Miss Mundo Brasil vai representar o país no concurso Miss Mundo 2011 que será realizado em Londres, Inglaterra, em novembro.
Miss Mundo Brasil (Foto: Adriano Ishibashi / Futura Press) 
Juceila Bueno foi eleita a nova Miss Mundo Brasil

* Crise externa tende a diminuir ritmo do PIB brasileiro, dizem economistas.

nova fase da crise financeira internacional, que foi inaugurada nas últimas semanas com a percepção de que a economia dos Estados Unidos vai demorar mais alguns anos para se recuperar, e de que os problemas de endividamento em alguns países da Europa ainda persistem sem uma solução no curto prazo, deve gerar reflexos no Brasil, segundo economistas.

* Robinson e Henrique Alves: Disputa de espaços na base governista.

A reaproximação do DEM, da governadora Rosalba Ciarlini e do senador José Agripino, com a ala do PMDB liderada pelo deputado federal Henrique Eduardo é péssima para os planos futuros do vice-governador Robinson Faria, fundador do PSD no Rio Grande do Norte. 

Isso porque o projeto político de Henrique para 2014 é o mesmo de Robinson: a candidatura ao Senado. E só existe uma vaga. Sabendo que a ex-governadora Wilma de Faria (PSB) tem a mesma pretensão, Henrique se afastou do PSB local e se uniu ao ministro da Previdência Social, Garibaldi Filho (PMDB), na aliança com o Democratas.

A ideia é lançar a chapa Rosalba para o governo e Henrique para o Senado em 2014, uma réplica da dobradinha Rosalba e Garibaldi, que ocorreu em 2006. Com as articulações políticas do grupo governista movidas neste sentido, Robinson Faria fica sem espaço para crescer no sistema rosalbista. Com certeza, o plano do vice-governador para o próximo pleito estadual não é permanecer na vaga de vice. Alguém vai sair sobrando nesta história. Pelo histórico de Faria, ele não aceitará ver seu projeto político engolido pelos “aliados”.
Disputa pelo senado...
Do Observatório DN

* Paulo de Tarso defende Robinson Faria na briga do DEM contra o PSD.

O secretário-chefe do Gabinete Civil, Paulo de Tarso Fernandes, não ficou imparcial na briga do DEM contra o PSD, que no estado será comandado pelo ex-governador Robinson Faria.

“Compreendo a resistência do DEM e outros partidos à fundação e ao crescimento do novo partido, o PSD, comandado e liderado pelo prefeito de São Paulo [Gilberto Kassab]. Agora, com referência ao RN, eu, particularmente, como cidadão, manifesto minha irrestrita solidariedade ao vice-governador Robinson Faria e ao seu grupo político”, disse em entrevista ao Jornal de Hoje. Para o secretário da governadora Rosalba Ciarlini, “é absolutamente infundada a acusação do DEM contra o PSD”.

“O vice-governador conduziu com muita sabedoria política essa questão, na medida em que seu grupo deixa um partido inexpressivo para participar da criação dessa nova legenda que, como disse, é importante no cenário político brasileiro”, argumentou Paulo de Tarso sobre o direito de ingressar na nova legenda partidária.

Aliança DEM e PMDB

Paulo de Tarso, que é filiado ao PMDB e foi assessor jurídico de Garibaldi Filho e Henrique Alves, não acredita que a reunião entre o senador Agripino Maia e os líderes peemedebistas tenham definido totalmente a aliança entre DEM e PMDB, com reflexos diretos em 2012 e de médio prazo em 2014. “Eu não vi, nem da governadora, nem do deputado Carlos Augusto, qualquer declaração a respeito de candidaturas. Portanto, a questão eleitoral, do ponto de vista político das lideranças do governo, não está posta”.

Robinson Faria

O secretário-chefe defendeu, ainda, a candidatura de Robinson Faria (PSD), de que foi assessor na Assembleia Legislativa, ao Senado em 2014.  “Se tivermos que avançar em torno de alianças eleitorais e candidaturas, o protagonista de primeiro plano é o vice-governador Robinson Faria, que não pode ser excluído de qualquer entendimento. Não só pela força de sua expressão política na Assembleia Legislativa e no Estado, mas especialmente pela lealdade e a colaboração que prestou desde a campanha eleitoral como no governo, desempenhando importante papel de secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos”.

* Dilma é a presidente que mais demitiu.

A diferença numérica não é grande, mas Dilma Rousseff estabeleceu um novo recorde de demissão de ministros no início de governo para uma presidente eleita pelo voto direto e exercendo seu primeiro mandato.

Três ministros já saíram neste ano da administração federal. Depois que o Brasil retornou à democracia, em 1985, o máximo que um presidente eleito de maneira direta e em primeiro mandato demitiu foram dois ministros ao começar a governar.

Foi assim com Fernando Collor e Fernando Henrique Cardoso. Cada um deles demitiu dois ministros até a metade do primeiro ano de seus mandatos. Lula foi a exceção, pois ninguém perdeu a cadeira na Esplanada até agosto de 2003, ano em que o petista chegou ao Planalto.

José Sarney, primeiro presidente civil pós-ditadura e eleito de forma indireta, também demitiu pouco no início de seu governo: só dois.

Itamar Franco demitiu seis ministros nos seus primeiros meses no Planalto. Mas ele não havia sido eleito para o cargo. Era vice-presidente e assumiu depois do processo de impeachment de Collor, em 1992. Com uma base de apoio frágil, Itamar alterou muito sua equipe.

Depois de reeleitos, Lula e FHC passaram a demitir mais. Tanto o petista como o tucano se livraram de dez ministros cada no início de seus segundos mandatos.