quarta-feira, 7 de setembro de 2011

* Filiação de Josivan Barbosa ao PT ocorrerá no dia 29.

Filiação de Josivan Barbosa ao PT ocorrerá no dia 29

Reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido assina ficha na legenda, às 17h, no plenário da Câmara Municipal de Mossoró


A solenidade de filiação do reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), professor Josivan Barbosa, ao Partido dos Trabalhadores vai acontecer no dia 29 deste mês, às 17h, na Câmara Municipal de Mossoró.

Entrevistado ontem pela editoria de Política da GAZETA DO OESTE, o pré-candidato petista à chefia do Poder Executivo municipal explicou que a data havia sido definida para o dia 24, no entanto, por uma impossibilidade por parte da deputada federal Fátima Bezerra (PT) em participar do ato político, foi definida uma nova data.

Josivan ressaltou que, na oportunidade, além de Fátima Bezerra, outras lideranças estaduais do PT estarão presentes na cidade. O professor disse ainda que o diretório municipal do PT, juntamente com a executiva da legenda no Rio Grande do Norte, está trabalhando no sentido de trazer expoentes nacionais da legenda.

“Existe um grupo no PT trabalhando para que representantes do governo Dilma Rousseff venham à cidade participar da nossa solenidade de filiação ao PT. Alguns ministros foram contatados, mas ainda não há confirmação”, disse o reitor da Ufersa.

No que diz respeito à questão política, o professor Josivan Barbosa destacou que, recentemente, o PT abriu canal de diálogo com o Partido Comunista do Brasil (PC do B). Segundo ele, a conversa foi extremamente proveitosa.
Gazeta do Oeste.

* Aí mata: HRTM não fecha escala com anestesiologista.

O Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) passou o final de semana sem médicos anestesiologistas na escala de plantão. Segundo o diretor administrativo da Clínica de Anestesia de Mossoró, que tem contrato com o hospital, Ronaldo Fixina, os profissionais estão sem o pagamento dos plantões desde junho deste ano.

De acordo com Fixina, o Hospital Tarcísio Maia havia assinado um termo de compromisso com os profissionais para efetuar o pagamento de junho, mas o pagamento não foi feito.

“Trabalhamos julho dando crédito, porque eles vieram com uma conversa de ajudar o hospital, que o governo estava em uma situação difícil, mas não nos pagaram nem junho, nem julho, nem agosto. Só promessas”, afirmou.

Ronaldo Fixina afirmou que segundo depoimento dos médicos que estavam de plantão no final de semana, foram muitas transferências para o Hospital Regional Walfredo Gurgel, em Natal. “Soube inclusive que hoje (ontem) pela manhã ainda tinham duas ambulâncias retidas lá no Walfredo Gurgel”, relatou.

Fixina explicou ainda que de acordo com a escala de setembro dos anestesiologistas para o Tarcísio Maia, serão 18 turnos com a ausência dos profissionais, turnos esses que foram iniciados no final de semana que passou.

“O médico não pode com o seu trabalho sustentar a saúde pública do estado. Todo mundo precisa trabalhar, mas agora a diretoria do Tarcísio Maia perdeu o crédito com os profissionais. Não queremos promessas, queremos nosso pagamento”, continuou.

* Com a união política entre os grupos Alves e Ferreiras, veja o cenário partidário local.

Dada como certa por muitos, a união política envolvendo Alves e Ferreiras, fará uma grande concentração de partidos em prol da candidatura situacionista caraubense, confira:

Após a confirmação da união, de forma oficial, o bloco situacionista local contará com os partidos, PMDB, PSB, PR, DEM, PSDB, PRB, PcdoB, PTB, PTN, PMN, PPS, PV, PHS, PSL, PP entre outros, nesses partidos estão sem sombra de dúvidas, algumas das maiores lideranças locais...

Enquanto isso no bloco oposicionista, O PT busca de aproximar das forças contrárias a união entre os blocos Alves e Ferreiras.

É bom que se diga que essas projeções são baseadas nas atuais circunstâncias, esse quadro pode mudar em 2012, até porque "Em política tudo pode acontecer, inclusive nada".

* 7 de Setembro… uma verdade alternativa.

ogritodaindependencia 7 de Setembro... uma verdade alternativa
Tudo começa no Dia do Fico, 9 de Janeiro de 1822. Quando a Duquesa Olga Nikoláyevna Románova anunciou que vinha ao Brasil somente para se encontrar com Dom Pedro. Em 9 de Janeiro, ele aceitou ficar com a Duquesa por uma noite e só. Enquanto as autoridades portuguesas queriam que ele ficasse com ela por pelo menos uma semana, alegando ser bom para Portugal em termos comerciais, pois estavam interessados em comprar Vodka e vender bolinho de bacalhau.

Algumas medidas desagradaram profundamente os portugueses, que pediam urgentemente sua volta à Portugal. Pedro fechou as padarias, ordenou o cancelamento da importação de bolinhos de bacalhau, criou leis que obrigavam as mulheres a tirarem o bigode e que todos tomassem, ao menos, 3 banhos por dia.

Dom Pedro não gostava de navegar, tinha pavor. Mas não queria que o povo fizesse uma revolução, tomasse o poder e ele perdesse sua boquinha de Imperador, suas escravas e tudo mais. Ele não era bobo, né.

Em 7 de Setembro parou para se aliviar no rio Ipiranga, pois voltava de Santos onde tinha comido um Meca Santista num restaurante clandestino que não tinha o selo “Aqui tem Meca Santista”. Depois do acontecido, reparou que não tinha papel e foi se limpar no rio mesmo. Há rumores de que o papel das 2 cartas que lhe foram entregues não foram suficiente para limpar tamanha cagada. Chegando à São Paulo, ao ver um rio, o batizou de Rio Tietê onde, claro, aproveitou para dar outra barrigada.

Historiadores dizem que D. Pedro gritou “Independência ou Morte” na beira do rio. Isso na verdade foi inventado, porque era impossível entender o que D. Pedro gritava ao fazer o trabalho. A dor de barriga era tanta que nem ele sabia o que estava falando, muito menos onde estava. Ao acabar, perguntou para um escravo: “Ô flamenguista, quanto tá o jogo do Vasco?”
 
Proclamou a independência, ok. Mas e aí? O que os gringos achavam disso? Ninguém quis se pronunciar, pois era ano de Copa do Mundo da França e todas as atenções estavam voltadas para a competição, então ele teve que usar o caixa 2 do partido, algumas centenas de escravos, litros de caipirinha e algumas mulatas passistas do carnaval.para comprar o reconhecimento de vários países. Nada mudou no Brasil, só a dívida externa que começou a crescer absurdamente, uma das coisas que herdamos até hoje.
Trocistas.

* Convite Importante!

* Democratas e PMDB oficializam aliança.

DEM e PMDB selaram, ontem, 06, aliança política e administrativa durante encontro entre a governadora Rosalba Ciarlini (DEM), o deputado federal Henrique Eduardo Alves, presidente estadual peemedebista, e o ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM) - marido de Rosalba. Com a decisão anunciada por Henrique, Rosalba passa a contar oficialmente com o apoio do PMDB na Assembleia Legislativa, bem como do reforço do partido em Brasília (DF) - por meio de Henrique e do ministro da Previdência Social, senador licenciado Garibaldi Alves Filho -, para projetos de interesse do Rio Grande do Norte. O deputado federal foi taxativo, ao afirmar que o seu partido não queria mais espaços no governo democrata e que os cargos já ocupados pela legenda eram de "bom tamanho". A afirmação de Henrique que chamou mais a atenção, contudo, não teve conotação administrativa. "A partir de agora, quando formos examinar em nível do PMDB as eleições municipais, vamos propor à governadora e aos demais partidos que compõem a base que possamos examinar caso a caso onde poderemos estar juntos. Onde for possível, vamos somar; é importante a participação do vice-governador Robinson, do senador José Agripino."
 
Com essas palavras, a certeza de que DEM e PMDB já planejam a aliança para 2012 se torna bem evidente. Em Natal, por exemplo, a tendência é que os dois partidos formem uma ampla união envolvendo outros partidos para apresentar um nome à sucessão da prefeita Micarla de Sousa (PV). Henrique Alves e o presidente nacional do Democratas, senador potiguar José Agripino Maia, têm pensamento semelhante com relação às eleições de 2012.

* Governadora afirma que Uern custa R$ 500 mil por dia.

A greve de professores e servidores da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte continua em um impasse. A governadora Rosalba Ciarlini voltou a afirmar que não tem como definir um reajuste superior ao que já foi ofertado de proposta aos professores, que é de 27%.

Para chefe do Executivo, com a paralisação o grande perdedor “é o aluno”. Rosalba Ciarlini lembrou que a Uern custa por dia aos cofres públicos R$ 500 mil. “Só quem perde é o aluno. A Uern custa R$ 500 mil por dia. R$ 15 milhões por mês. Esse é o custo da Uern média salarial é de R$ 6.500 são 2 mil funcionários”, detalhou.

Para a governadora, o grupo grevista da Uern está perdendo uma grande oportunidade de projetar a instituição. “Mas infelizmente isso tudo (greve) só traz prejuízo de crescer, avançar, capacitar mais”, completa.