domingo, 11 de setembro de 2011

* 11 de Setembro de 2001, uma data para ser esquecida...Ou lembrada...

 

11 de Setembro de 2001.

O dia que mudou o mundo.

O dia que nunca será esquecido.

O ataque que chocou o mundo.

E outros, muitos outros jargões e frases feitas que dominaram o mundo da notícia nestes 10 anos, do 11 de setembro. Certamente foi um dos maiores ataques terroristas da história, seja pela quantidade de vítimas, seja pela visibilidade, ou pelo impacto causado. Lá no lado escuro das curvas da história, fala-se que quem armou e treinou Bin Laden foi o próprio Tio Sam, objetivando fortalecer o grupo que lutava contra um governo que não era favorável simpático a ninguém. E assim o fizeram, como fizeram com tantos outros grupos rebeldes mundo afora, segundo as curvas do lado escuro ou gravado em microfilmes da história. Fala-se das artimanhas do petróleo, o ouro negro que faz o planeta girar, os "interésses" por trás dos inúmeros, incontáveis e intermináveis conflitos na rica região desértica que abastece um mundo movido a petróleo. O óleo da pedra que torna a grande potência dependente. Guerras provocadas, guerras inventadas, guerras patrocinadas, golpes, levantes, rebeliões, espionagem... O mundo do petróleo é tão grande, tão vasto... Sobre o petróleo, há muito mais a saber, do que a nossa vã filosofia possa entender.
Motivos, razões... Vingança? Ódio injustificado? Loucura? Fanatismo? A presença americana na Arábia Saudita? As questões de Israel com o mundo árabe? As questões com o Iraque? Sempre o petróleo envolvido... Ah, as explicações. Explicar o inexplicável é tão difícil quanto o mundo viver sem petróleo. Por enquanto, claro, porque um dia o óleo da pedra termina. No 11 de setembro, o mundo conheceria então a Al-Qaeda, uma organização fundamentalista islâmica que hoje todos sabem o que é. O mundo conheceria também Osama Bin Laden, seu líder, caçado, perseguido e após quase 10 anos encontrado, morto e sepultado. Ao mar. Aí a mídia provoca: 10 anos depois, quem venceu a guerra do terror? Respondo: Só pode vencer uma guerra, quem não a lutou em seu próprio território. Mesmo assim, com várias vírgulas e meia dúzia de pontos de interrogação. E aí é que está o capricho do 11 de setembro: O Tio Sam, que nunca lutou uma guerra internacional em seu território, teve que enfrentar, justamente, um inimigo como ele sempre foi: Quase inatingível. Afinal, quem ousaria atacar o país que incinerou duas cidades japonesas como quem abre uma lata de sardinha? Ninguém. Pois qualquer um seria igualmente incinerado, totalmente. Aí o drama americano. Quem não tem nação, território, não pode ser incinerado. E já que não pode ser incinerado tão facilmente, com o botão vermelho e o código da mala preta, esse novo inimigo usa aviões civis americanos em ataques suicidas para incinerar a segurança e o orgulho do poderoso Tio Sam.
 

Quando o primeiro avião sequestrado atingiu a primeira torre gêmea, ninguém sabia ao certo do que se tratava. Um incêndio? Um míssil? O Tio Sam, o país que sempre lutou fora do seu quintal, e ficou rico reconstruindo o quintal dos vizinhos arrasados pelas guerras, enfrentou, pela primeira vez, o inimigo nos seus domínios, e um inimigo apenas com um rosto, sem terras nem população. Quase 3 mil mortos, quase todos civis de 70 países. Um ataque na capital econômica do mundo. A capital símbolo do mundo moderno, misturado, próspero, rico e descompensado. No coração dela. Um golpe na segurança, no ímpeto americano. Uma demonstração que nada, nem ninguém é inatingível no nosso tempo. Assim como já caíram assassinados, na história, vários presidentes, caiu também um dos principais símbolos da maior das potências do nosso tempo. A soberana e incomparável força bélica americana não sabia como se defender, do que se defender, e muito menos como contra-atacar. Um presidente, dos piores da história, sem saber como reagir, conversava com crianças em uma escola. E continuou fazendo o que estava fazendo, quando informado. Apenas continuou. Como continuou o ataque, com o segundo avião, com o incêndio, com o Pentágono também caindo, e com os verdadeiros heróis americanos derrubando o vôo 93, aquele que ia atacar o Capitólio, ou a própria Casa Branca. A casa mais poderosa do planeta Terra.
 
A história, a nossa história é construída com sangue. Sempre foi, e sempre será. Porque o ser humano lida melhor com todas as coisas quando lidar com elas é a única opção. Nas guerras, em poucos anos, os avanços tecnológicos superam décadas de pesquisas em tempos normais. Mas nessa guerra, não se sabe o que precisa avançar. Nem como, nem onde. Não é guerra de tanques, de aviões, é de novo, uma guerra de informação e inteligência. Então que as 21 agências secretas dos Estados Unidos, desvalorizadas pós-guerra fria, voltam a ter importância fundamental. Só a informação e a inteligência é capaz de proteger o grande império do nosso tempo de novos ataques. Enquanto isso, o braço forte americano, armado e necessitado de uma resposta, ataca o Afeganistão, país mais próximo do que seria a nação dos terroristas. É o início de uma daquelas guerras que não pode ser vencida, daquelas que se arrasta e arrasta muitos com ela. Os anos passam, os escombros são retirados dos Estados Unidos, e empilhados nos países do mundo do petróleo, onde sempre estiveram, onde sempre foram empilhados, boa parte deles pelo próprio Tio Sam. As novas torres no ponto zero são discutidas, mas Osama não é preso. O mundo vive um clima de insegurança, e mais uma vez o petróleo volta a cena. Em uma guerra fundamentada em motivos nunca provados Bush e seu escudeiro inglês ataca o Iraque. Armas de destruição em massa, petróleo, desconfiança, petróleo, temor do terrorismo, petróleo. O tempo passa, as guerras vem e vão, mas o petróleo está sempre presente. E 10 anos depois, o mundo ainda fica chocado, com a cicatriz mais funda já aberta nos Estados Unidos da América. Agora Osama caiu. Agora Obama subiu. Mas também caiu esse modelo de guerra? Ou foi apenas a descoberta da sua eficiência?
   
O dia 11 de setembro de 2001?
Recém formado, menos de 15 dias após receber o canudo azul no Salão de Atos, eu acordei. Estava contratado, ou quase isso. Lembro que faltavam poucos dias para começar o trabalho, o primeiro trabalho. Então acordei, não sabia que horas eram, e nem lembro hoje quais eram. Mas lembro que eu era da comissão de formatura, vinha de um semestre pesadíssimo, de estágio, trabalho de conclusão, muitas disciplinas, e a comissão... No 11 de setembro,  esgotado, acordei cambaleando, e liguei direto a TV. Sozinho em casa, sem falar com ninguém, sem saber de nada, vi as primeiras imagens da surpreendente e trágica transmissão. Era um plantão. Algum jornalista narrava algo, repetia sem parar, e as imagens eram quase fixas. O único movimento era o das chamas, depois veio o movimento dos desabamentos, e depois o movimento cessou. O planeta parou. Pensou. E então, continuou. Nunca mais sendo o mesmo planeta de antes, porque o país mais forte de todos, o invencível, e imbatível,  já não era tão forte e inatingível quanto antes.
Nada mais é como dantes, no quartel d'Abrantes. 
Artigolândia.

* Não existe guerra contra o Islã, diz Barack Obama em Washington.

No último discurso em homenagem às vítimas do 11 de Setembro neste domingo (11), Barack Obama exaltou as qualidades do povo americano, especialmente a união, e afirmou que não há guerra contra o Islã nos Estados Unidos.

"Por décadas, os americanos visitarão os monumentos em memória daqueles que morreram no dia 11 de setembro (...) e eles saberão que nada pode quebrar a vontade dos Estados Unidos quando eles estão realmente unidos", declarou Obama.

"Eles se lembrarão do fato de que nós não somos perfeitos, mas que nossa democracia é sólida, e que a democracia, que reflete a imperfeição do homem, nos dá também a oportunidade de reforçar nossa união", ressaltou.

O presidente disse ainda que esses últimos 10 anos "juntaram os laços dos americanos", em um país formado por americanos e estrangeiros, e que não há guerra ao Islã. "Os Estados Unidos nunca estarão em guerra contra o Islã nem contra nenhuma outra religião", disse.

Obama começou e terminou seu discurso repetindo uma citação da Bíblia que diz “O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã”.

* As implicações da adesão do PMDB de Henrique à gestão Rosalba.

Na última terça-feira (6), aconteceu o que dez em cada dez observadores políticos esperavam acontecer. O deputado federal Henrique Alves (PMDB) anunciou seu apoio “político e administrativo” à gestão da governadora Rosalba Ciarlini (DEM). Agora, tanto a banda do partido sob seu comando como a fatia que segue a orientação do ministro Garibaldi Filho (Previdência) são, oficialmente, governistas. O anúncio põe fim à cisão peemedebista de 2010, quando Henrique e Garibaldi se dividiram, respectivamente, entre os palanques do então governador e candidato à reeleição Iberê Ferreira de Souza (PSB) e da então senadora Rosalba. Houve quem visse aí a velha tática usada pelas oligarquias de se dividir para se manter no poder.

O martelo da aliança foi batido durante um café da manhã no apartamento de Henrique. Depois do convescote, Rosalba disse que não poderia “prescindir do apoio, da força e da liderança” do peemedebista. A democrata ainda enalteceu a “expressão” que o deputado tem, atualmente, no cenário político nacional.

Líder na Câmara do partido do vice-presidente da República, Michel Temer, e, ainda, tido como dos interlocutores mais influentes do governo da presidenta Dilma Rousseff, Henrique se apressou em dizer que a aliança estadual com a gestão do DEM, adversário feroz da administração do PT, não lhe causa nenhum “constrangimento” com o Palácio do Planalto. Ele chegou até a dizer que a união teria a “simpatia” de Dilma.

* Governo aguarda fechar o balanço para avaliar reajustes de servidores.

O secretário chefe da Casa Civil, Paulo de Tarso Fernandes, afirmou que o Governo não tem como fazer qualquer previsão do início da implantação do plano de cargos e salários sem o balanço do segundo quadrimestre, o que ocorrerá até o final deste mês.

“É impossível dizer qualquer coisa antes de fechar os números. Agora lei é lei, os planos são leis e serão implantados”, destacou.

* Procurador entra com ação contra Lei de licitação para Copa e Olimpíada.

O Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC), proposto pelo Governo Federal para apressar as obras da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, é inconstitucional. É o que afirma o procurador-geral da República, Roberto Gurgel. O procurador entrou com ação direta de inconstitucionalidade junto ao Supremo Tribunal Federal alegando que a lei, aprovada pelo Congresso, não deve ser aplicada no País. A informação é do Estadão.com.

O procurador alega que se as licitações e contratações forem realizadas pelo RDC "haverá comprometimento ao patrimônio público" e a falta de garantia para que os gestores avaliem o andamento e a conclusão das obras."Além de ofender a Constituição, conspira contra os princípios da impessoalidade, moralidade, probidade e eficiência administrativa", disse o procurador na ADIN.

* Prefeito de Lajes Pintada renuncia ao cargo.

O prefeito da cidade de Lajes Pintada, Fábio Henrique de Caldas Brito, renunciará ao cargo. A menos de um ano e meio do fim do mandato, o Executivo daquela cidade do Trairi será ocupado por Nivaldo Alves da Silva, vice-prefeito.

A posse do novo prefeito será dia 30 de setembro, às 17h, na Câmara Municipal de Lajes Pintada.

Na sucessão municipal, Nivaldo será candidato a reeleição travando disputa com a candidata Preta, que lidera com folga as pesquisas eleitorais.

* Potiguares buscam Justiça para garantir acesso a tratamentos de saúde.

O núcleo de saúde da Procuradoria Geral do Estado (PGE) recebe uma média de aproximadamente 600 ações por mês, relativas a procedimentos de saúde ou medicamentos. Esta é a forma encontrada por pacientes que não têm suas necessidades atendidas, de garantir acesso a medicamentos ou tratamentos através do Sistema Único de Saúde (SUS). As demandas são as mais diferentes, indo desde tratamentos caros o suficiente para causar problemas financeiros ao poder público até a requisição de medicamentos simples e que não estão disponíveis em postos de saúde ou hospitais no momento em que a pessoa precisa.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) estima que as despesas provenientes de demandas judiciais respondam por 25% de todos os medicamentos que foram adquiridos para os usuários do SUS durante o primeiro semestre deste ano. Somente em agosto, o órgão recebeu 89 novas demandas referentes a medicamentos e 18 voltadas a procedimentos e materiais, além de ter empregado R$ 3,4 milhões apenas em medicamentos de alto custo que são distribuídos através da Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat).
Núcleo da PGE recebe uma média de aproximadamente 600 ações por mês.

* MEC muda formato de divulgação das notas do Enem por escola.

Na manhã de segunda-feira (12) estará disponível para consulta pela internet o resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2010 por escola. No ano passado 56% dos alunos que estavam concluindo o ensino médio participaram da prova e a média nacional na prova objetiva foi 511,21 pontos. Este ano o Instituto Nacional de Estudos e Pequisas Educacionais (Inep) decidiu alterar o formato de divulgação do resultado por escola, que agora levará em conta o percentual de estudantes daquela unidade de ensino que participaram do Enem.

A mudança pretende reduzir distorções na divulgação dos resultados no caso de escolas em que a participação dos alunos é pequena. Como em muitos casos os estabelecimentos de ensino utilizam o bom desempenho no Enem para fins publicitários, o Inep quer evitar que as escolas em que apenas os melhores alunos fazem a prova possam ficar na lista das mais bem colocadas. Dessa forma, elas foram subdividas em quatro grupos a partir do percentual de alunos inscritos no Enem, que varia de 2% até 100%.

O grupo um engloba as 4,6 mil escolas que tem 75% dos alunos ou mais participando da prova. O grupo dois reúne as 5,4 mil unidades que tiveram de 50% a 75% de seus estudantes inscritos no Enem. Já o grupo três representa os 8,6 mil estabelecimentos com participação de 25% a 50% e o grupo quatro reúne as 7,4 mil escolas que tiveram menos de 25% dos alunos inscritos.

* Movimento popular defende indicação de pró-ficha limpa.

Lançado na terça-feira, o prazo para apoiar o abaixo-assinado que pede à presidenta Dilma Rousseff que indique ao Supremo Tribunal Federal (STF) um ministro favorável à aplicação da Lei da Ficha Limpa a partir das eleições de 2012, já está perto de alcançar seu objetivo. A ação, lançada pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e pela Avaaz.org, já conseguiu mais de 134 mil assinaturas, mas a meta é chegar às 150 mil.

A partir desta semana, o movimento irá negociar com o Planalto, a entrega do abaixo-assinado juntamente com uma carta à presidenta Dilma. "Nós queremos entregar o documento em uma audiência, pois é necessário frisar a importância desta questão. O abaixo-assinado mostrará para a presidenta que a sociedade quer a Lei da Ficha Limpa", afirmou Jovita Rocha, uma das coordenadoras do MCCE. Para ela, o Supremo Tribunal Federal ainda está muito dividido sobre esta questão. "Pedimos que a presidenta indique alguém também favorável à aplicação da lei, assim como a ex-ministra Ellen Gracie."

Na quinta-feira, mais de 50 mil pessoas assinaram a petição em apenas dez horas. Defensores da Lei da Ficha Limpa divulgaram a campanha na Marcha contra a Corrupção, manifestação organizada por meio das redes sociais que uniu mais de 25 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios. "Enfim, a sociedade está acordando. É a oportunidade de mostrarmos para o governo que não estamos satisfeitos com o que está acontecendo na política", defende Jovita.

* Comissão do Senado votará fim de coligações em eleições proporcionais.

A proposta da Comissão da Reforma Política que acaba com as coligações partidárias nas eleições proporcionais (PEC 40/2011) pode ser votada na quarta-feira (14) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Aprovada em junho pela CCJ, a PEC será reexaminada em virtude da aprovação de requerimento para que tramitasse em conjunto com a PEC 29/2007, que trata do mesmo tema e tem o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) como primeiro signatário.

De acordo com a proposta, são admitidas coligações apenas nas eleições majoritárias (presidente, governador, prefeito e senador). O texto mantém a determinação constitucional vigente que assegura autonomia dos partidos para estruturação e organização interna, prevendo em seus estatutos normas de fidelidade e organização partidária. Também mantém a não obrigatoriedade de vinculação entre as candidaturas em âmbito nacional, estadual, distrital e municipal.

* Mega-Sena acumula e próximo prêmio deve ser de R$ 8 milhões.

Ninguém acertou as seis dezenas sorteadas neste sábado (10) pela Caixa Econômica Federal (CEF) no concurso 1.318 da Mega-Sena. O sorteio foi realizado em Descalvados (SP).

Os números sorteados foram 11 - 14 - 16 - 28 - 34 - 46.

De acordo com a Caixa, o prêmio acumulou e a estimativa é que o próximo sorteio, na quarta-feira (14), seja de R$ 8 milhões.

A Caixa informou que 140 apostas acertaram a Quina e receberão R$ 10.648,09 cada. Outros 6.962 bilhetes acertaram a Quadra e receberão prêmio de R$ R$ 305,89 cada um.

* Igreja Batista do Moreno...

* Enem: melhora o desempenho dos alunos concluintes do ensino médio.

O desempenho dos alunos que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2010 foi superior ao de 2009. Enquanto no ano anterior a média nacional das provas objetivas - matemática, língua portuguesa, ciências humanas e da natureza - foi 501,58 pontos, em 2010 a nota subiu para 511,21 pontos. Essas médias referem-se não a todos os participantes do Enem, mas apenas àqueles que estavam concluindo o ensino médio quando fizeram a prova.

Pela primeira vez desde que o exame foi criado, em 1998, é possível comparar os resultados de duas edições distintas. Isso porque em 2009 o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) adotou uma nova metodologia chamada Teoria de Resposta ao Item (TRI), que permite "calibrar" as provas para que elas tenham o mesmo nível de dificuldade de um ano para outro.

O Ministério da Educação (MEC) divulga na segunda-feira (12) os resultados de cada uma das 23.900 escolas que participaram da prova no ano passado. Na redação a média foi 596,25 pontos no ano passado contra 585,06 em 2009. Para o ministro Fernando Haddad, o crescimento da nota dos candidatos foi satisfatório e indica melhoria na qualidade do ensino médio.