domingo, 3 de junho de 2012

* Uma crise que ronda a Polícia Militar do Rio Grande do Norte.

A Policia Militar do Rio Grande do Norte, através da Lei Complementar 463 de 03/01/2012 (implementada no atual governo), teve seus vencimentos reajustados para ter vigência a partir de julho de 2012. Mas…

Infelizmente, nem tudo que é lei e assinado pelo governo, pode ser levado a sério. Assim tem ocorrido com outras categorias.

Um soldado em inicio de carreira – por essa lei – deve passar a ganhar R$ 2.200,00.

A expectativa na corporação é enorme. Acontece que a propria lei diz que a vigência fica condicionada ao cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que virou desculpas e justificativas para todos os males que recaem sobre servidores do Estado.

Ontem, o Estado divulgou os numeros da LRF. Segundo a interpretação dos números, o Estado continua no limite prudencial. O próximo relatório sairá somente em setembro.

A Policia Civil – é bom lembrarmos – conseguiu seu reajuste no ano passado depois de semanas em greve. Tomara que Governo do Estado e Militares tenham muito calma.

Prudência de lado a lado, para que esse ‘cabo-de-guerra’ que se avizinha não termine esgarçado, quebrando justamente no lombo do cidadão, que tem convivido com o espectro do medo, sem a devida cobertura da Segurança Pública.

Torçamos para que cenas extremadas que ocorreram no Rio de Janeiro, Ceará, Bahia etc. não ganhem corpo no Rio Grande do Norte.

De qualquer modo, ouvido ao chão como bom índio Sioux, Comanche, Apache ou Navajo.
Carlos Santos.

* Senador democrata prevê que CPI do Cachoeira vai resvalar no PT.

Em entrevista ao Jornal de Fato, edição deste domingo, o senador democrata José Agripino prevê que a CPI do Cachoeira vai resvalar no Partido dos Trabalhadores.

Agripino aponta como indícios possível blindagem aos petistas e aliados e comenta sobre o fato de Lula tentar tentado manobrar junto ao ministro Gilmar Mendes do STF neste sentido.

Para Agripino, a CPI do Cachoeira é uma tentativa de desviar o foco do julgamento do Mensalão, que ele considera o maior calo do governo do PT.

O senador aproveitou para criticar o governo Dilma, falando de política econômica. Disse que o problema não é a dívida externa e sim a interna, que é de quase R$ 2 trilhões.

Fala também da sucessão municipal, destacando Natal e Mossoró.

A entrevista pode ser vista AQUI.

* Governadora Rosalba Ciarlini: “no meu Governo não tem Foliaduto, não tem Higia”.

A governadora Rosalba Ciarlini, durante o evento de apoio do DEM a Rogério Marinho, lembrou de operações desencadeadas durante a gestão de Wilma de Faria. “No meu Governo não tem Foliaduto, não tem Operação Higia, não tem Ouro Negro. No meu Governo não tem essas operações que envergonhavam o nosso Estado pelo Brasil todo”, disse a governadora.

Ao justificar o apoio do DEM a Rogério Marinho, ela disse que o pré-candidato “conhece a cidade, tem vivência na cidade”. “Ele conversa, discute com a população e ninguém melhor do que ela (a população) para identificar os problemas”, disse Rosalba Ciarlini.

Ela disse que é preciso fazer uma administração em Natal de resgate voltada para o que “cada natalense deseja para sua cidade”.

* Governadora afirma que continuará retomando as gratificações dos servidores.

A governadora Rosalba Ciarlini confirmou que as gratificações para os servidores do Estado, onde já foram implantadas 318, continuarão sendo feitas. “Nós estamos começando a implantar, mas com critérios. Quando chegamos ao Governo o que encontramos foi uma total desorganização das gratificações”, disse a chefe do Executivo, em entrevista logo após o evento em que o Democratas declarou apoio à pré-candidatura do deputado federal Rogério Marinho, que disputará a Prefeitura de Natal.

Questionada sobre a vaga do Tribunal de Contas do Estado, aberta há oito meses, a governadora foi reticente: “temos tempo”.

* Projeto de lei do Senado prevê fim de concurso público para cadastro reserva.

A possibilidade de órgãos públicos não poderem mais fazer concursos exclusivamente para a formação de cadastro reserva é uma questão que divide opiniões. De acordo com o Projeto de Lei do Senado (PLS) 369/2008 aprovado esta semana em caráter terminativo na Casa, apenas empresas públicas e de economia mista poderão convocar concurso para a reserva de funcionários, mesmo assim, sem cobrar taxa de inscrição. 

O cadastro reserva continua permitido para casos de provimento de vagas além das previstas em edital.

O relator do projeto, senador Aécio Neves (PSDB-MG), defendeu a aprovação da matéria por dois motivos: considera desperdício de verba pública a realização de provas sem que haja o real aproveitamento do funcionário e o desrespeito aos concursados, que acreditam na possibilidade de emprego, quando são aprovados, mas não são chamados.

* Para pensar...