sábado, 6 de outubro de 2012

* Ibope mostra empate triplo de Serra, Russomanno e Haddad em SP.

O Ibope divulgou neste sábado a última pesquisa antes do primeiro turno das eleições em São Paulo. José Serra (PSDB), Celso Russomanno (PRB), Fernando Haddad (PT) aparecem empatados, todos com 22% das intenções de voto. A margem de erro é de três pontos para mais ou para menos.

O levantamento mostra, ainda, Gabriel Chalita (PMDB), com 11% das intenções de voto, seguido de Soninha Francine (PPS), com 4%. Carlos Giannazi (PSOL), Levy Fidelix (PRTB) e Paulinho da Força (PDT) têm 1%, cada um. Brancos e nulos somam 8%. Não sabem ou não opinaram são 8%.

Quando considerados apenas os votos válidos, Serra, Russomanno e Haddad têm 26%, seguidos de Chalita (13%) e Soninha (5%). Giannazi, Levy Fidelix e Paulinho têm 1% dos votos válidos.

* Serra com 28%, Russomanno com 27% e Haddad com 24% embolam disputa em SP.

A disputa pela Prefeitura de São Paulo chega ao primeiro turno com três candidatos empatados tecnicamente e com um segundo turno indefinido, de acordo com pesquisa Datafolha. Na véspera da eleição, José Serra (PSDB) aparece com 28% dos votos válidos, contra 27% de Celso Russomanno (PRB) e 24% Fernando Haddad (PT). A margem de erro das pesquisas é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

No levantamento, Gabriel Chalita (PMDB) aparece com 13%, Soninha (PPS) tem 5%, Carlos Giannazzi (PSOL), Paulinho (PDT), Ana Luiza (PCO) e Levy Fidelix (PRTB) aparecem com 1%. Os demais candidatos não pontuaram.

Os votos válidos excluem brancos, nulos e, no caso da pesquisa, também eleitores indecisos. É como a Justiça Eleitoral divulga o resultado.

Nas simulações de segundo tuno, Russomanno ainda leva vantagem em um eventual confronto com Serra (44% a 37%). Quando o adversário do candidato do PRB é Haddad, porém, os dois empatam tecnicamente, com vantagem para o petista, que aparece com 40% contra 39% de Russomanno. Em um cenário entre Haddad e Serra, o candidato do PT tem 45% contra 39% do tucano.

* Justiça Eleitoral determina toque de recolher em Janduís.

Com a decisão, candidatos a prefeito, vice-prefeito, vereador e cabos eleitorais ficam proibidos de realizarem visitas aos eleitores, entre os horários das 22h às 06h da manhã. O candidato, representante ou apoiador que descumprir a decisão será multado em vinte mil reais, terá material apreendido e responderá pelo crime de desobediência (art. 330 do CP).

O relatório destaca que o município de Janduís vive um momento de intranquilidade em face da conjunção de diversos fatores pontuais: a ausência de um efetivo destacamento de Polícia Militar, a quantidade de crimes graves ocorridos neste ano e, particularmente, o acirramento das eleições com a presença de diversas motos e veículos transitando altas horas da noite, seja promovendo visita “injustificada” a eleitores, seja a “fiscalização” a essas visitas pelas coligações disputantes do pleito eleitoral.

A representação foi formulada pela Coligação Paz e Trabalho (PT – PRB –PMN – PC do B), tendo em vista os transtornos e problemas de segurança que tem causado essas visitas, pela coligação adversária.

* Governo explica repasses...

A Tribuna do Norte destaca que o repasse de R$ 4,320 milhões que seria feito, às vésperas das eleições de 7 de outubro, pelo Governo do Estado para os municípios potiguares, e foi suspenso pela Justiça Eleitoral, é uma transferência obrigatória e constitucional. Foi o que garantiu, ontem, o consultor geral do Estado, José Marcelo. “Há tranquilidade do governo porque esses recursos decorrem do emplacamento. Não existe voluntariedade do Estado”, afirmou o consultor.

Ele explicou que existem duas formas de repasse – obrigatória e voluntária – e que “a Lei Eleitoral 9.504/97 proíbe as transferências voluntárias, nos três meses anteriores ao pleito eleitoral com as ressalvas do artigo 73. As transferências obrigatórias, como é o caso do IPVA [Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores] são recursos que pertencem aos municípios e não são vedadas nesse período”.

José Marcelo disse que como a trava suspensiva cai domingo, após a eleição, a partir de segunda-feira, 9, o governo poderá fazer o repasse aos municípios, normalmente. Os valores estavam em fase de empenho. No teor da decisão, o magistrado que julgou a ação considerou que “há sérios indícios de que os repasses de recursos estão em desacordo com a Lei das Eleições, a não ser que o Estado comprove que os repasses são de natureza constitucional”.

* Confira tudo o que é preciso para votar com tranquilidade no domingo (7).

Cerca de 138.544.348 brasileiros vão às urnas para escolher 5.568 prefeitos e 57.434 vereadores. Só não vão votar neste pleito municipal os eleitores do Distrito Federal e de Fernando de Noronha, onde não há representantes desses cargos, e os que estão cadastrados para votar no exterior, que só escolhem o presidente da República.

Confira tudo sobre a votação, o que é permitido e o que não se pode fazer no dia da eleição:

Horário da votação
 
O eleitor pode ir à sua seção eleitoral e votar das 8h às 17h, considerado o horário local de seu município.

Local da votação
 
Em seu título de eleitor constam informações sobre a zona eleitoral e a seção onde você vota. Mas, se você não sabe onde vota ou perdeu o título, pode consultar o local de votação e o número do seu título no site do TSE. Para esta consulta, basta informar o seu nome, data de nascimento e nome da mãe (consulte seu local de votação).

Documento
 
É necessário levar um documento oficial com foto (carteira de identidade, passaporte, carteira de categoria profissional reconhecida por lei, certificado de reservista, carteira de trabalho ou carteira nacional de habilitação). Não será admitida a certidão de nascimento nem de casamento.

Não é obrigatória a apresentação do título de eleitor. No entanto, o número deste documento é indispensável para o preenchimento da justificativa eleitoral.

Posso ou não posso?
 
No dia da votação é permitida a manifestação individual e silenciosa de apoio ao partido e/ou candidato de sua preferência. Entretanto, não é permitido utilizar vestuário padronizado, bandeiras, broches nem adesivos que caracterizem manifestação coletiva.

No recinto da cabina de votação, é proibido portar aparelho de telefonia celular, máquinas fotográficas, filmadoras, equipamento de radiocomunicação ou quaisquer instrumentos que possam comprometer o sigilo do voto. Esses aparelhos devem ficar retidos com o mesário enquanto o eleitor vota.

Para votar, o eleitor com deficiência ou mobilidade reduzida poderá contar com o auxílio de pessoa de sua confiança, ainda que não tenha feito o pedido antecipadamente ao juiz eleitoral.

Como votar
 
Todos os eleitores brasileiros votam na urna eletrônica. Nela é mais fácil, rápido e seguro exercer o direito ao voto. Primeiro, o eleitor escolherá o candidato a vereador e depois a prefeito. O eleitor deve levar a colinha com os números dos candidatos nos quais quer votar. A colinha é muito útil para agilizar a votação (imprima aqui a sua colinha!).

Vereador
 
O primeiro voto será para o cargo de vereador. O eleitor pode votar em um candidato ou somente na legenda. Para votar no candidato de sua preferência, digite os cinco números do candidato, confira o nome e/ou a foto dele e, caso esteja correto, tecle confirma. Se você errou o número, tecle corrige, digite os números corretos, e confirme o seu voto.

Para votar somente no partido, o chamado voto de legenda, o eleitor deve digitar somente os dois primeiros números, pois esses identificam o partido. Antes da confirmação do voto, a urna apresentará a informação do respectivo partido e mensagem alertando ao eleitor que, se confirmado o voto, ele será computado para a legenda. Dessa forma, o votante ajuda o partido de sua preferência a conquistar mais vagas na câmara dos vereadores, sem escolher um candidato específico para preenchê-la.

Prefeito
 
O segundo voto será para o cargo de prefeito. Para votar no candidato de sua preferência, digite os dois números do candidato, confira o nome e/ou a foto dele e, caso esteja correto, tecle confirma. Se você errou o número, tecle CORRIGE e digite os números corretos, repetindo a operação até confirmar o seu voto. Ao final da votação, a urna eletrônica exibe a palavra FIM e emite um sinal sonoro indicando a conclusão do voto.

Justificativa
 
O eleitor que não puder comparecer ao seu local de votação e, em consequência, não votar, deve justificar a ausência. É necessária uma justificativa para cada turno em que o eleitor foi ausente, ou seja, se faltou à votação no primeiro turno, deve fazer uma justificativa; se faltar ao segundo turno, outra justificativa.

A justificativa pode ser feita no dia da eleição em um dos postos de justificativa ou em até 60 dias após a ausência. Para justificar a falta no primeiro turno, o eleitor deve comparecer ao cartório eleitoral até o dia 6 de dezembro. Se a falta for no segundo turno, o cartório eleitoral receberá a justificativa até o dia 27 de dezembro.