quinta-feira, 25 de julho de 2013

* CNI/Ibope: Eduardo Campos é o governador mais bem avaliado do Brasil.

O governador de Pernambuco e presidente Nacional do PSB, Eduardo Campos, é o governador mais bem avaliado do Brasil. 58% da população pernambucana considera a administração do socialista ótima e boa, como mostra a pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta quinta-feira (25).

Esta é a primeira pesquisa de avaliação dos governos estaduais após a onda de protestos que tomou o País. Encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Ibope ouviu 7.686 eleitores de 11 estados brasileiros (Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina).

O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), ficou em segundo lugar com 41% de aprovação. Já o governo do socialista Cid Gomes do Ceará foi avaliado como ótimo e bom por 40% da população, ocupando a terceira posição. O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), teve a pior avaliação. Apenas 12% dos cariocas entrevistados consideram o governo Cabral ótimo ou bom.











]Confira abaixo os números da pesquisa CNI/Ibope:

Colocação
Estado
Ótimo/Bom em %

Pernambuco
58

Paraná
41

Ceará
40

Minas Gerais
36

Santa Catarina
30

Espírito Santo
29

Bahia
28

São Paulo
26

Rio Grande do Sul
25
10º
Goiás
21
11º
Rio de Janeiro
12

* Acaba não, mundão...

Atletas posam seminus para revista ESPN dos EUA; veja galeria - 1 (© ESPN The Magazine)

* Se perder para o Corinthians, São Paulo igualará série que lançou fama de 'pior do mundo' do Íbis.

A vida não está nada fácil para o torcedor são-paulino. Na última quarta-feira, a equipe tricolor perdeu por 1 a 0 para o Internacional, pelo Campeonato Brasileiro, e chegou à oitava derrota consecutiva, uma das piores marcas de sua história. A coisa pode ficar pior no próximo domingo, quando a equipe do Morumbi enfrenta o rival Corinthians: se perder mais uma, o São Paulo igualará a série de nove revezes consecutivos que rendeu ao Íbis a fama de "pior time do mundo".

No final dos anos 70 e começo de década de 80, a equipe pernambucana perdeu nove seguidas e ficou 23 jogos sem vencer, ganhando o apelido nada prestigioso. Ao todo, foram 3 anos e 11 meses até que o clube rubro-negro pudesse voltar a comemorar um triunfo, o que chamou a atenção até do Guinness Book, o livro dos recordes.

Ao todo, o São Paulo já soma 11 partidas sem conquistar três pontos. A última vitória veio no dia 29 de maio, quando a equipe paulista goleou o Vasco por 5 a 1, pelo Brasileirão. Depois disso, dois empates e oito derrotas em jogos oficiais (também perdeu amistoso para o Flamengo), inclusive com outra marca negativa: cinco revezes consecutivos atuando no Morumbi. O perigo de rebaixamento já preocupa muito o maior ídolo do clube."Tem campeonatos que você joga para ganhar, outros para se salvar. Esse (Brasileirão) a gente joga para se salvar", disse o goleiro Rogério Ceni, após o jogo contra o Inter.

E o clube paulista tem má notícias para o clássico de domingo, no Pacaembu. Na volta ao palco em que perdeu o título da Recopa Sul-Americana, o time do técnico Paulo Autuori não terá o atacante Aloísio, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, e não deve ter Luis Fabiano, substituído nesta quarta com dores na parte posterior da coxa direita.

* TelexFREE terá que devolver R$ 101 mil à pessoa prejudicada.

Um advogado de Rondonópolis, no Mato Grosso, conseguiu garantir na Justiça o direito a ter o dinheiro investido na TelexFREE de volta. Decisão da 3º Vara Cível da cidade determinou na última sexta-feira que a empresa pague ao divulgador – como são chamadas as pessoas que vendem os supostos produtos da companhia – a quantia de 101,5 mil reais.

É o primeiro caso registrado de decisão judicial que obriga a empresa a restituir alguém prejudicado pela paralisação das operações, que permanece desde junho por determinação da Justiça do Acre.

O montante de 101 mil reais foi pago pelo advogado Samir Badra Dib, vice-presidente da OAB de Rondonópolis, justamente no dia em que a empresa teve os bens bloqueados e foi proibida de continuar a pagar vendedores ou oferecer serviços. Por causa da paralisação dos pagamentos, divulgadores têm feito protestos em todo o país pedindo a reversão da medida judicial.

* Governo do RN começa a cortar supersalários este mês.

O governo do Estado vai aplicar este mês o abate-teto nos vencimentos dos 687 servidores do poder Executivo que ganham acima de R$ 25.323.50, limite permitido por lei no Rio Grande do Norte. O anúncio foi feito ontem em Caicó pela governadora Rosalba Ciarlini, ao comentar as medidas adotadas para cumprir determinação do Tribunal do Contas envolvendo os supersalários. O sistema vai funcionar assim: quem ganha acima do teto terá o valor excedente retido até decisão final da comissão especial, criada para analisar os processos administrativos. Se a decisão for favorável ao servidor, o dinheiro será devolvido, caso contrário, ele terá de procurar a Justiça.

A assessoria da governadora informou ontem que 98% dos servidores que tiveram os nomes publicados no Diário Oficial na semana passada já foram notificados. E dos notificados, mais da metade já apresentou recursos. Muitos dos que ganham mais de R$ 25,3 mil chegaram a essa situação através de demandas judiciais, comuns no serviço público, e utilização de brechas no regime jurídico único, o regime de trabalho no serviço público, bastaste generoso em incorporações de vantagens quando foi implantado no plano federal, em 1992.

Na semana passada, o procurador geral Miguel Josino reuniu os demais procuradores do Estado para tratar do assunto. “Vamos fazer uma defesa intransigente da decisão do Tribunal de Contas”, disse ele. Ontem, Josino e o secretário de Administração Alber Nóbrega passaram a manhã no Tribunal de Contas esclarecendo dúvidas sobre os cortes. O abate-teto levará em conta a remuneração bruta. “Estamos cumprindo rigorosamente o que determinou o Tribunal de Contas”, explicou ele. Pelas estimativas do governo, a aplicação do abate-teto vai gerar uma redução de R$ 3 milhões/mês na folha de pegamento do funcionalismo.