sábado, 2 de novembro de 2013

* Resposta do chefão: “Eles” não acabaram com a carreira política de Rosalba, diz Carlos Augusto.

- Se eles pensam que sepultaram a carreira política de Rosalba, eles estão todos enganados. Rosalba tinha um mandato de senadora e uma reeleição garantida. Foi incentivada a largar tudo e disputar e vencer a eleição para o governo. Eles se aproveitaram da administração estadual até onde puderam. Formaram até um pacto que não deu em nada e já era mal-intencionado. Ainda tem muito tempo pela frente. Rosalba decidirá a eleição. O nosso principal reduto é a região do Oeste onde Rosalba é muito bem avaliada e conta com o apoio da maioria dos prefeitos, teria dito Carlos.

* Enquanto isso: Convênio de R$ 504 milhões para Sanear RN é assinado pela governadora.

O maior convênio para projetos de saneamento básico em Natal foi assinado na tarde desta sexta-feira (1) pela Governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini, e o Ministro das Cidades, Aguinaldo Veloso. O ato de assinatura foi realizado na Escola de Governo Cardeal Dom Eugênio de Araújo Sales, no Centro Administrativo do Estado.

A solenidade teve a participação do ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, do presidente da Câmara Federal, deputado Henrique Eduardo Alves, e do deputado federal Betinho Rosado; dos deputados estaduais Getúlio Rêgo e José Adécio; do vice-presidente de governo da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi; de Roberto Sérgio Linhares, superintendente da Caixa Econômica Federal; do secretário de Estado de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, Leonardo Rêgo; além de auxiliares do Governo do RN e de representantes da Câmara Municipal de Natal.

Firmado em R$ 504 milhões, o convênio faz parte das obras do plano de ação Sanear RN, lançado oficialmente em junho passado, com um investimento de aproximadamente R$ 1,4 bilhão em obras de saneamento em 18 cidades potiguares.

Os R$ 504 milhões darão mobilidade para que sejam executados 817 km de redes coletoras de esgotos, 36,8 km de emissários de recalque e mais 108.234 novas ligações de esgotos aos imóveis da cidade. Todo o esgoto coletado receberá tratamento adequado nas Estações de Tratamento de Esgotos ETE Jaguaribe e ETE Guararapes.

“A situação era de total descrédito. Muitos falavam que o caminho era a privatização, mas não poderíamos fazer isso com uma empresa que foi construída pelo nosso povo, com o nosso esforço. Então, tivemos que sair da inadimplência e da inércia das ações para que tivéssemos condições de assumir uma obra grandiosa como a que será feita com os recursos do convênio, bem como executar o plano de ações Sanear RN”, falou.

* TCE também apura orçamento e atraso na folha do Governo do Estado.

O inquérito civil público instaurado pelo Ministério Público do RN para apurar a aplicação do orçamento geral do Estado e o atraso no pagamento da folha dos servidores do Executivo não é o único motivo de preocupação do Governo do Estado após os cortes no orçamento dos poderes. O Tribunal de Contas do Estado (TCE) também anunciou que está apurando os mesmos pontos, baseado em informações passadas pelo próprio Executivo.

A informação foi confirmada pelo presidente do TCE, Paulo Roberto Alves. “Nós temos uma comissão para analisar a aplicação do orçamento geral do estado de 2013. Já foi distribuído para um relator, que é o conselheiro Carlos Thompson. Estamos analisando o porquê desses valores cortados, desses cálculos, da frustração. Analisaremos tudo isso, além da aplicação das contas”, enumerou Paulo Roberto Alves.

* Era previsto: “O PR vai sair, não porque o PMDB saiu, mas porque é um governo ineficiente”, diz João Maia.

Em entrevista à Rádio Cabugi do Seridó nesta sexta-feira (01), o presidente do PR, deputado federal João Maia comentou a reunião feita com alguns membros da Executiva Estadual, nesta sexta em Natal, onde na ocasião foi decidida que o partido levará para o encontro estadual, no dia 22 deste mês em Natal, a sugestão de rompimento com a base do Governo Rosalba Ciarlini (DEM). João negou que a decisão do PR esteja sendo motivada pelas decisões anteriores de partidos aliados, como o PMDB, por exemplo.

“A tendência do PR é sair do governo. Não porque o PMDB saiu, mas é porque trata-se de um governo isolado, centralizado e ineficiente nas questões de saúde, segurança, desenvolvimento. A Executiva acha que nós devemos sair, mas essa decisão será na reunião do Núcleo Central. Vamos ouvir as opiniões contrárias e favoráveis, mas a decisão da Executiva é sair”.