segunda-feira, 18 de novembro de 2013

* Sem novidades II: Betinho diz que Agripino poderá apoiar projeto de reeleição de Rosalba.

Ainda na entrevista concedida nesta segunda-feira (18) ao Jornal 96FM, o deputado federal Betinho Rosado (PP) declarou que o senador José Agripino (DEM) poderá apoiar o projeto de reeleição da governadora Rosalba Ciarlini.

” As conversas giram em torno de um aceno do senador José Agripino para um acordo com o PMDB, mas na minha opinião Agripino ainda verá que o melhor é investir no projeto de reeleição de Rosalba”, disse Betinho.

* Sem novidades I: PP marchará com Rosalba em 2014.

O deputado federal Betinho Rosado (PP) foi o entrevistado do Jorna 96FM, desta segunda-feira (18). Betinho disse que o projeto do PP para 2014 é apoiar o projeto de reeleição da governadora Rosalba Ciarlini que a exemplo de 2010 estava sozinha, mas mesmo assim conseguiu alcançar êxito no pleito.

" Rosalba será candidata para fazer a defesa da sua gestão. Tem muita gente conspirando contra, mas Rosalba trouxe muitas coisas boas na sua gestão. Alguém já parou para pensar como Rosalba recebeu o Governo? ", indagou Betinho.

* ‘Barbosa espetacularizou prisões’, diz advogado.

Amigo do preso José Dirceu, o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, acusa o presidente do STF, Joaquim Barbosa, de “espetacularizar as prisões” e “violar direitos” dos condenados do mensalão. Acha que “os outros ministros precisam se manifestar, para restaurar a dignidade do Supremo.”

“Eu já suspeitava que o ministro Joaquim ordenaria as prisões na sexta-feira, feriado do Dia da República, como ele fez, ou na próxima quarta-feira, Dia da Consciência Negra”, ironizou o advogado. “Mas não precisava exagerar na espetacularização. Até parece coisa de candidato”
kakay josias
KAKAY.

* Autoridades brasileiras preparam ofensiva para trazer Pizzolato.

O Globo revelou que as autoridades brasileiras começam a decidir nesta segunda-feira a estratégia para tentar trazer de volta ao país o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato (foto abaixo), condenado a 12 anos e sete meses de prisão no processo do mensalão. Ele deixou o país clandestinamente, há cerca de 45 dias, e se refugiou na Itália. O primeiro passo será passar um pente-fino nos tratados internacionais de extradição.

Segundo técnicos do Ministério da Justiça, o tratado entre Brasil e Itália permite que um país negue um pedido de extradição, caso o alvo seja uma pessoa com cidadania local, que é justamente o caso de Pizzolato