terça-feira, 22 de abril de 2014

* O bicho vai pegar: O DEM não vai ceder a legenda para Rosalba disputar à reeleição.

O senador José Agripino Maia pretende reunir antes da Copa do Mundo a executiva estadual do DEM para aprovar a aliança com PMDB do deputado federal e pré-candidato a governador Henrique Eduardo Alves.

Se depender de Maia a possibilidade do Democratas ceder a legenda para Rosalba Ciarlini candidatar-se a reeleição é zero.

* Ministra Laurita Vaz relatará mandado de segurança de Cláudia Regina.

A ministra Laurita Vaz, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), será relatora do mandado de segurança impetrado pela prefeita afastada de Mossoró, Cláudia Regina (DEM), pedindo a derrubada das decisões da Justiça Eleitoral local que indeferiu o registro de candidatura da democrata.

* Briga: Dilma responde a Gabrielli e no rádio exalta as gestões do PT na Petrobras.

O portal de O Estadão traz o destaque de que a presidente Dilma Rousseff rebateu ontem a declaração do ex-presidente da Petrobrás José Sérgio Gabrielli de que ela “não pode fugir da responsabilidade” sobre a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos. Dilma, por meio de seu ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, reafirmou ter aprovado o negócio em 2006 com base em um resumo executivo que não continha duas cláusulas importantes do contrato.

Para evitar que o conflito se estenda ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de quem Gabrielli é próximo, Dilma aproveitou mais cedo o seu programa semanal de rádio para enaltecer as gestões petistas à frente da Petrobrás.

A entrevista de Gabrielli ao Estado, publicada no domingo, contrariou Dilma por causa da cobrança feita pelo ex-presidente da companhia. Ontem ela acionou Mercadante por telefone e pediu que ele divulgasse seu posicionamento.

“Como já foi dito pela presidente e demais membros do Conselho de Administração da Petrobrás, eles assumiram as suas responsabilidades nos termos do resumo executivo que foi apresentado pelo diretor internacional da empresa”, disse o ministro ao Estado. “Este episódio está fartamente documentado pelas atas do conselho que demonstraram que os conselheiros não tiveram acesso às cláusulas Marlim e Put Option e não deliberaram sobre a compra da segunda parcela. Gabrielli, como presidente da Petrobrás à época, participou de todas as reuniões do conselho e assinou todas as atas que sustentam integralmente as manifestações da presidente.”

* Morte em série de bebês em campina Grande (PB) é investigada.

O Ministério Público da Paraíba (MPP) e o Conselho Regional de Medicina investigam uma série de mortes de bebês em uma maternidade de Campina Grande (PB). De acordo com informações do telejornal Bom dia Brasil, da TV Globo, foram 45 casos nos três primeiros meses do ano. As mortes aconteceram na maternidade Instituto de Saúde Elpídio de Almeida. De acordo com o IBGE, a média nacional é de 15,8 mortes por 1.000 bebês nascidos vivos. Na maternidade, o índice atinge 31,4 mortes por 1.000 bebês.

* Com emenda de João Maia Reta da Tabajara poderá ser duplicada este ano.

É grande o congestionamento na BR 304 durante os feriados prolongados – como foi o caso agora da Semana Santa -  no trecho conhecido como Reta Tabajara. Há quem diga que é uma vergonha para o Estado esse trecho ainda não ser duplicado.

Mas, há uma luz no fundo do túnel. O deputado federal João Maia (PR) tem uma emenda que destina recursos federais para a duplicação da Reta da Tabajara. É possível que ainda saia este ano. A emenda é no valor de R$ 40 milhões de reais.

* Militares em greve podem ser presos, diz procurador geral do RN.

G1/RN – Os policiais militares e bombeiros do RN que se recusarem a trabalhar, aderindo à paralisação proposta pela categoria nesta terça-feira (22), podem ser presos, segundo o procurador geral do Estado, Miguel Josino. Os servidores seguem acampados em frente à Governadoria pleiteando melhorias trabalhistas.

De acordo com Miguel Josino, os que estiverem de serviço e se recusarem a trabalhar serão submetidos ao regulamento disciplinar das corporações. “O regulamento prevê a perda de salário, prisão e até submissão à perda do cargo”, detalhou o procurador.

Josino diz ainda que a Procuradoria Geral está constantemente em contato com a Secretaria de Segurança Nacional. Isto para informar sobre o que está acontecendo nas movimentações no Rio Grande do Norte e tirar dúvidas a respeito dos procedimentos a serem adotados pelo Estado. “Falamos com eles de hora em hora. As medidas a serem tomadas são essas mesmo. O ministro da Justiça [José Eduardo Cardoso], inclusive, disse que desta vez não haverá anistia para os punidos”, corroborou.