segunda-feira, 7 de julho de 2014

* Registrados no TRE, Henrique vai gastar R$ 40 milhões e Robinson estima gastos de R$ 18 milhões.

A campanha do candidato a governador Henrique Alves (PMDB) espera gastar até R$ 40 milhões. Esse é o teto que pode ser comprovado na prestação de contas. Os custos de campanha do candidato a governador Robinson Faria (PSD), foram estimados em R$ 18 milhões.

Já a estimativa da campanha da candidata ao Senado Wilma de Faria (PSB) é de R$ 15 milhões. Mesmo valor da sua concorrente, Fátima Bezerra (PT).

* Pesquisa em Caraúbas.

A copa tá acabando e a eleição será a nova atração do ano. Nesse sentido, o Instituto Perfil esteve realizando um levantamento eleitoral na cidade de Caraúbas.

Além de perguntar em quem votaria para presidente, governador e senador, o instituto também queria saber quem é a maior liderança política de Caraúbas e se o eleitor votaria em candidatos apoiados respectivamente por Ademar Ferreira, Ferreira Junior ou Eugênio Alves.

Números devem ter uma divulgação em nível estadual nas próximas semanas.

* Gastos de 1 bilhão de reais estimados para a campanha presidencial.

A campanha à sucessão de Dilma Rousseff (PT) pode chegar a um valor que se aproxima de R$ 1 bilhão, segundo pedidos de registro de candidatura entregues pelos candidatos à Justiça Eleitoral. Até esta sexta-feira, oito candidatos registraram sua candidaturas, entre eles o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB). A presidente Dilma Rousseff e o senador Aécio Neves (PSDB) devem protocolar seus pedidos de registro neste sábado (5), prazo final estipulado pela Justiça Eleitoral.

Segundo a Folha apurou, a campanha do PT vai registrar R$ 298 milhões como limite de gastos. O valor será usado para produção do programa de TV, que tradicionalmente é a parte da campanha que gera mais custos, comandado pelo marqueteiro João Santana, além de custos como eventos e a impressão de material de campanha.
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* Henrique declara ter um patrimônio de R$ 12 milhões e Robinson tem bens no valor de R$ 8 milhões.

Até às 19h deste sábado (05) foi o último dia do prazo para os partidos protocolizarem os pedidos de registro de seus candidatos, no Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TER/RN). O candidato da coligação “União Pela Mudança”, Henrique Eduardo Alves (PMDB) é o candidato mais rico.  Ele declarou oficialmente que tem um patrimônio de R$ 12.284.019,98.

O segundo mais rico é Robinson Faria (PSD), da coligação “Liderados pelo Povo”. Robinson declarou possuir bens que somam R$ 8.333.819,99. Araken Farias (PSL) tem R$ 376.650,00 em bens; Robério Paulino (PSOL) possui patrocínio de R$ 353.276,30 e a professora Simone Dutra (PSTU) só declarou ao TRE possuir bens que somaram R$ 157.000,00.

* Pela primeira vez, Robinson admite que quer o apoio de Rosalba a sua candidatura e a de Fátima.

Candidato da coligação “Liderados pelo Povo”, Robinson Faria (PSD) concedeu uma entrevista exclusiva à blogueira Thaisa Galvão. E uma das afirmações que devem repercutir pelo interior a fora, é que ele quer o apoio da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) à sua campanha e também a candidatura de Fátima Bezerra (PT), ao Senado.

Thaisa Galvão – Até a governadora Rosalba Ciarlini? Você quer o voto dela? Robinson Faria – Claro. Tanto eu quanto a deputada Fátima já conversamos sobre isso. Ela como cidadã, como governadora do Estado, tem todo direito de escolher em quem quer votar. Se ela quiser votar em Robinson, se quiser votar em Fátima ou em qualquer outro candidato, deve ser respeitado o seu direito democrático de escolha. A entrevista completa você confere no www.thaisagalvao.com.br

* Henrique e Wilma recebem apoio de dois prefeitos, vereadores e lideranças do interior.

A chapa dos candidatos Henrique Alves e Wilma de Faria recebeu neste domingo (06), primeiro dia de campanha, o apoio dos prefeitos de Carnaúba dos Dantas, Doutor Sérgio (PSB), e de São Francisco do Oeste, Gildene Barreto (PTB). A confirmação se deu durante uma série de reuniões que os candidatos participaram na sede do PMDB, em Natal. Também declararam apoio à chapa, ex-prefeitos, vereadores e lideranças dos municípios de Venha Ver e Caiçara do Rio do Vento.

“O apoio é pela necessidade de entrar num projeto que o Rio Grande do Norte abraçou”, afirmou Doutor Sérgio, prefeito de Carnaúba dos Dantas, cujo grupo conta com seis dos nove vereadores. No município, Henrique também conta com o apoio do ex-prefeito Zeca Pantaleão, do PMDB. A prefeita de São Francisco do Oeste também fez questão de ressaltar a qualidade da chapa representada por Henrique e Wilma. “Estamos indo por acreditar que é o melhor para o RN”, afirmou Gildene Barreto.

De Venha Ver, confirmaram o apoio os vereadores Carlinhos (PPS) e Moisés (PV), além de Célio (PROS), que disputou a prefeitura nas últimas eleições. Já o grupo de Caiçara do Rio do Vento foi representado pelo ex-prefeito Edson Barbosa, que levou o apoio do grupo formado por cinco dos nove vereadores do município.
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Novos apoios.

* Carlos Eduardo diz que Henrique é a melhor opção para o governo.

O prefeito de Natal, Carlos Eduardo, disse que Henrique Alves (PMDB) é o candidato que reúne as melhores condições para ser governador do Rio Grande do Norte. A declaração foi dada neste domingo (06), no conjunto Panatis, Zona Norte de Natal, durante uma reunião da qual participaram candidatos da coligação União pela Mudança.

“Contei muito com a força e o prestígio de Henrique em Brasília para trabalhar por essa cidade”, afirmou Carlos Eduardo, observando que o candidato do PMDB sempre foi solícito na hora de abrir portas na capital federal.

Estiveram presentes os candidatos Wilma de Faria (PSB), que disputa o Senado, e Sávio Hackradt (PDT), candidato a deputado federal. O secretário Raniere Barbosa, da Semsur, foi quem reuniu parte das lideranças que foram ao local.

O candidato reforçou a necessidade de manter a parceria com a Prefeitura de Natal caso seja eleito governador. “Vamos trabalhar dobrado para recuperar o tempo perdido”, afirmou.
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Henrique durante reunião.

* Juros de empréstimos para obras de arenas da Copa pagariam 2 Itaquerões.

A Folha de São Paulo destaca que assim que o apito final soar no Maracanã no próximo domingo (13), a maior parte da fatura da Copa começa a ser cobrada de Estados, empresas e clubes de futebol que se endividaram para construir ou reformar os estádios usados durante o Mundial.

O carnê é caro. Para garantir arenas com o padrão Fifa, os responsáveis pelas obras pegaram emprestados R$ 4,3 bilhões de bancos públicos e de um fundo de desenvolvimento regional. O valor total do financiamento chegará a R$ 6,7 bilhões, considerando os juros que serão cobrados nos próximos 13 anos.
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