sábado, 25 de outubro de 2014

* Rapidinhas do inoxidável...

Acaba de sair a última pesquisa para o governo do RN, nela o candidato Robinson Faria está com uma boa vantagem, se a pesquisa tiver correta, a vitória está assegurada!

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Em se tratando de IBOPE, pode se esperar tudo, isso é fato!

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Militância de Robinson Faria votará mais confiante...

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A militância de Henrique, vai acreditar na esperança e no time superior de Henrique, nossa!

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Em nível Nacional, nada está decidido!

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A disputa em Caraúbas também será muito acirrada...

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A traição de Eugênio a João Maia já repercuti em Natal, xiii!

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Lula e Dilma sabiam de tudo diz a veja, essa é a mais pura verdade.

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Caraúbas pagará o preço do interesse político, 2016, com vitória de Robinson, pois o bloco #55 fechará às portas para o prefeito Ademar e consequentemente para o município como um todo!

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Vejo os eleitores do #55, uma gg parte, falar em voto livre, e quem vota em Henrique não tem opinião? Faz favor!

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Amanhã iremos acompanhar o resultado das eleições em tempo real.

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Amanhã a decisão estará em suas mãos, bom voto!

* Pesquisa Ibope mostra Robinson com 54% e Henrique com 46%dos votos válidos.

Divulgada, há poucos instantes, a pesquisa Ibope para o pleito do Rio Grande do Norte.

Os votos válidos são:
Robinson Faria: 54%
Henrique Alves: 46%

A pesquisa está registrada com o número 046/2014 no Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte. Foram realizadas 812 entrevistas. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

* Empate técnico: Dilma tem 52%, e Aécio, 48% dos votos válidos, diz Datafolha,

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (25) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:
- Dilma Rousseff (PT): 52%
- Aécio Neves (PSDB): 48%

De acordo com o Datafolha, a presidente Dilma Rousseff (PT) chega à véspera da votação empatada tecnicamente com seu adversário, Aécio Neves (PSDB). Mas, segundo o instituto, "é maior a probabilidade de Dilma estar à frente".

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 23, Dilma tinha 53%, e Aécio, 47%.
 
Votos totais
 
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:
- Dilma Rousseff (PT): 47%
- Aécio Neves (PSDB): 43%
- Em branco/nulo/nenhum: 5%
- Não sabe: 5%

Os dois candidatos estão tecnicamente empatados dentro do limite da margem de erro.

O Datafolha ouviu 19.318 eleitores em 400 municípios nos dias 24 e 25 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01210/2014.
Nossa. 

* Dilma tem 53%, e Aécio, 47% dos votos válidos, aponta Ibope.

Pesquisa Ibope divulgada neste sábado (25) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:
- Dilma Rousseff (PT): 53%
- Aécio Neves (PSDB): 47%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo".

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 23, Dilma tinha 54% e Aécio, 46%.
 
Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:
- Dilma Rousseff (PT): 49%
- Aécio Neves (PSDB): 43%
- Branco/nulo: 5%
- Não sabe/não respondeu: 3%

O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 206 municípios nos dias 24 e 25 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01195/2014.
Suspiro da morte. 

* Exclusivo: Ademar e Ferreira Jr. deixaram mensagem à população caraubense.

Os comandantes da nação bacurau em Caraúbas, Ademar e Ferreira Jr., continuam militando o voto em prol de Henrique.

O trabalho se dar através de visitas e reuniões com a população em geral.

Assim sendo, ambos deixaram o último recado antes do pleito, a toda população, confira:

"Foi uma campanha bonita, alegre onde o povo mais uma vez demonstrou o carinho e a confiança no nosso trabalho, e nesse momento, eu quero pedir à toda Caraúbas que possa fazer um reflexão, uma análise entre os dois candidatos, o candidato do lado de lá, nunca fez nada pelo nosso povo, se quer queria os nossos votos. Já Henrique foi o responsável, por inúmeras obras aqui em Caraúbas, tais como, o ampliamento do nosso sistema adutor, já enviou recursos para construção de UBS, assegurou recursos para o nosso futuro Parque Tecnológico e a maior de todas as obras, já vinda para nossa Caraúbas, a nossa UFERSA, assim nesse momento, só quero mais uma vez agradecer a todos que nos ajudaram a chegar até aqui, muito obrigado, e amanhã quem gostar de mim e quer o melhor para Caraúbas, vamos votar 15, vamos votar Henrique", concluiu Ferreira Júnior.
PIPI E FERREIRA JR.Ferreira Jr.
"Amigos e amigas caraubenses, é chegada à hora de decidirmos o futuro do Rio Grande do Norte, e nesse momento quero externar que nesses últimos 4 anos tivemos um desgoverno que atrapalhou demais o RN e consequentemente o nosso município, hoje, falta de tudo em todo lugar no nosso estado, as prefeituras vivem com muitas dificuldades e o governo do RN, que eu votei, nunca fez nada para sanar essa situação. Amanhã teremos em nossas mãos a chance de mudar tudo isso, e assim venho pedir para votarmos em Henrique #15, em Henrique Governador, ele já provou que gosta de Caraúbas, pois a ele devemos a vinda da UFERSA, o outro candidato se que andava em nosso município, nem nas campanhas eleitorais. Meu querido povo que já me fez vencedor de todas as eleições que participei, preciso mais um vez da sua confiança e do seu voto. Assim humildemente peço, o seu voto no #15 e assim teremos um RN melhor e uma Caraúbas mais forte para todos, valeu e vamos a mais uma VITÓRIA, VITÓRIA, VITÓRIA", finalizou Ademar Ferreira.
Ademar reafirma compromisso com Henrique.

* Chuva de pesquisas na Globo já já...

A emissora Globo irá divulgar a partir das 17h30min, uma rodada de pesquisas para Governo e Presidente da República.

Não existe ainda a exatidão se a do RN saíra nesse horário.

É aguardar...

* Pesquisa ISTOÉ/Sensus: Aécio Neves lidera com 9% de vantagem sobre Dilma.

Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada a partir da terça-feira 21 reafirma a liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff nos últimos dias da disputa pela sucessão presidencial. Segundo o levantamento que entrevistou dois mil eleitores de 24 Estados, o tucano soma 54,6% dos votos válidos, contra 45,4% obtidos pela presidenta Dilma Rousseff. Uma diferença de 9,2 pontos percentuais, o que equivale a aproximadamente 12,8 milhões de votos.
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* Matéria completa: “O Planalto (Dilma e Lula) sabia de de tudo!”

EM VÍDEO - As declarações de Youssef sobre Lula e Dilma foram prestadas na presença de um delegado, um procurador da República e do advogado
Comparsa de Youssef na pilhagem da maior empresa brasileira, o ex-diretor Paulo Roberto Costa já declarara aos policiais e procuradores que nos governos do PT a estatal foi usada para financiar as campanhas do partido e comprar a fidelidade de legendas aliadas. Parte da lista de corrompidos já veio a público. Faltava clarear o lado dos corruptores. Na ter­ça-feira, Youssef apre­sentou o pon­­to até agora mais “estarrecedor” — para usar uma expressão cara à pre­sidente Dilma Rous­seff — de sua delação premiada. Perguntado sobre o nível de comprometimento de autoridades no esquema de corrupção na Petrobras, o doleiro foi taxativo:— O Planalto sabia de tudo!
— Mas quem no Planalto? — perguntou o delegado.
— Lula e Dilma — respondeu o doleiro.

Para conseguir os benefícios de um acordo de delação premiada, o criminoso atrai para si o ônus da prova. É de seu interesse, portanto, que não falsifique os fatos. Essa é a regra que Yous­sef aceitou. O doleiro não apresentou — e nem lhe foram pedidas — provas do que disse. Por enquanto, nesta fase do processo, o que mais interessa aos delegados é ter certeza de que o de­poente atuou diretamente ou pelo menos presenciou ilegalidades. Ou seja, querem estar certos de que não lidam com um fabulador ou alguém interessado apenas em ganhar tempo for­necendo pistas falsas e fazendo acu­sações ao léu. Youssef está se saindo bem e, a exemplo do que se passou com Paulo Roberto Costa, o ex-diretor da Petrobras, tudo indica que seu processo de delação premiada será homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Na semana passada, ele aumentou de cerca de trinta para cinquenta o número de políticos e autoridades que se valiam da corrupção na Petrobras para financiar suas campanhas eleitorais. Aos investigadores, Youssef detalhou seu papel de caixa do esquema, sua rotina de visitas aos gabinetes poderosos no Executivo e no Legislativo para tratar, em bom português, das operações de lavagem de dinheiro sujo obtido em transações tenebrosas na estatal. Cabia a ele expatriar e trazer de volta o dinheiro quando os envolvidos precisassem.

Uma vez feito o acordo, Youssef terá de entregar o que prometeu na fa­se atual da investigação. Ele já con­tou que pagava em nome do PT mesadas de 100 000 a 150 000 reais a parlamentares aliados ao partido no Congresso. Citou nominalmente a ex-mi­nistra da Casa Civil Gleisi Hoff­mann, a quem ele teria repassado 1 mi­lhão de reais em 2010. Youssef disse que o dinheiro foi entregue em um shopping de Curitiba. A senadora ne­gou ter sido beneficiada.

Entre as muitas outras histórias consideradas convincentes pelos investigadores e que ajudam a determinar a alta posição do doleiro no esquema — e, consequentemente, sua relevância pa­ra a investigação —, estão lembranças de discussões telefônicas entre Lula e o ex-deputado José Janene, à época líder do PP, sobre a nomeação de operadores do partido para cargos estratégicos do governo. Youssef relatou um episódio ocorrido, segundo ele, no fim do governo Lula. De acordo com o doleiro, ele foi convocado pelo então presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli, para acalmar uma empresa de publicidade que ameaçava explodir o esquema de corrupção na estatal. A empresa quei­xa­va-­se de que, depois de pagar de forma antecipada a propina aos políticos, tive­ra seu contrato rescindido. Homem da confiança de Lula, Gabrielli, segundo o doleiro, determinou a Youssef que captasse 1 milhão de reais entre as empreiteiras que participavam do petrolão a fim de comprar o silêncio da empresa de publicidade. E assim foi feito.

Gabrielli poderia ter realizado toda essa manobra sem que Lula soubesse? O fato de ter ocorrido no governo Dilma é uma prova de que ela estava conivente com as lambanças da turma da estatal? Obviamente, não se pode condenar Lula e Dilma com base apenas nessa narrativa. Não é disso que se trata. Youssef simplesmente convenceu os investigadores de que tem condições de obter provas do que afirmou a respeito de a operação não poder ter existido sem o conhecimento de Lula e Dilma — seja pelos valores envolvidos, seja pelo contato constante de Paulo Roberto Costa com ambos, seja pelas operações de câmbio que fazia em favor de aliados do PT e de tesoureiros do partido, seja, principalmente, pelo fato de que altos cargos da Petrobras envolvidos no esquema mudavam de dono a partir de ordens do Planalto.

Os policiais estão impressionados com a fartura de detalhes narrados por Youssef com base, por enquanto, em sua memória. “O Vaccari está enterrado”, comentou um dos interrogadores, referindo-se ao que o do­leiro já narrou sobre sua parceria com o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto. O doleiro se comprometeu a mostrar documentos que comprovam pelo menos dois pagamentos a Vaccari. O dinheiro, desviado dos cofres da Petrobras, teria sido repassado a partir de transações simuladas entre clientes do banco clandestino de Youssef e uma empresa de fachada criada por Vaccari. O doleiro preso disse que as provas desses e de outros pagamentos estão guardadas em um arquivo com mais de 10 000 notas fiscais que serão apresentadas por ele como evidências. Nesse tesouro do crime organizado, segundo Youssef, está a prova de uma das revelações mais extraordinárias prometidas por ele, sobre a qual já falou aos investigadores: o número das contas secretas do PT que ele operava em nome do partido em paraísos fiscais. Youssef se comprometeu a ajudar a PF a localizar as datas e os valores das operações que teria feito por instrução da cúpula do PT.

Depois da homologação da de­lação premiada, que parece assegurada pelo que ele disse até a semana passada, Youssef terá de apresentar à Justiça mais do que versões de episódios públicos envolvendo a presidente. Pela posição-chave de Youssef no esquema, os investigadores estão con­fiantes em que ele produzirá as provas necessárias para a investigação prosseguir. Na semana que vem, Alberto Youssef terá a oportunidade de relatar um episódio ocorrido em março deste ano, poucos dias antes de ser preso. Youssef dirá que um integrante da ­coor­­denação da campanha presidencial do PT que ele conhecia pelo nome de “Felipe” lhe telefonou para marcar um encontro pessoal e adiantou o assunto: repatriar 20 milhões de reais que seriam usados na cam­panha presidencial de Dilma Rous­seff. Depois de verificar a origem do telefonema, Youssef marcou o encontro que nunca se concretizou por ele ter se tornado hóspede da Polícia Federal em Curitiba. Procurados, os defensores do doleiro não quiseram comentar as revelações de Youssef, justificando que o processo corre em segredo de Justiça. Pelo que já contou e pelo que promete ainda entregar aos investigadores, Youssef está materializando sua amea­ça velada feita dias atrás de que iria “chocar o país”.

DINHEIRO PARA O PT 
Alberto Youssef também voltou a detalhar os negócios que mantinha com o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto, homem forte da campanha de Dilma e conselheiro da Itaipu Binacional. Além de tratar dos interesses partidários com o dirigente petista, o doleiro confi rmou aos investigadores ter feito pelo menos duas grandes transferências de recursos a Vaccari. O dinheiro, de acordo com o relato, foi repassado a partir de uma simulação de negócios entre grandes companhias e uma empresa-fantasma registrada em nome de laranjas mas criada pelo próprio Vaccari para ocultar as operações. Ele nega

ENTREGA NO SHOPPING
Alberto Youssef confirmou aos investigadores o que disse o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa sobre o dinheiro desviado da estatal para a campanha da exministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann (PT-PR) ao Senado, em 2010. Segundo ele, o repasse dos recursos para a senadora petista, no valor de 1 milhão de reais, foi executado em quatro parcelas. As entregas de dinheiro foram feitas em um shopping center no centro de Curitiba. Intermediários enviados por ambos entregaram e receberam os pacotes. Em nota, a senadora disse que não recebeu nenhuma doação de campanha nem conhece Paulo Roberto Costa ou Alberto Youssef.

ELE TAMBÉM SABIA
Durante o segundo mandato de Lula, o doleiro contou que foi chamado pelo presidente da Petrobras, José sergio Gabrielli, para tratar de um assunto que preocupava o Planalto. Uma das empresas com contratos de publicidade na estatal ameaçava revelar o esquema de cobrança de pedágio. Motivo: depois de pagar propina antecipadamente, a empresa teve seu contrato rescindido. Ameaçado pelo proprietário, Gabrielli pediu ao doleiro que captasse 1 milhão de reais com as empreiteiras do esquema e devolvesse a quantia à empresa de publicidade. Gabrielli não quis se pronunciar

CONTAS SECRETAS NO EXTERIOR
Desde que Duda Mendonça, o marqueteiro da campanha de Lula em 2002, admitiu na CPI dos Correios ter recebido pagamentos de campanha no exterior (10 milhões de dólares), pairam sobre o partido suspeitas concretas da existência de dinheiro escondido em paraísos fi scais. Para os interrogadores de Alberto Youssef, no entanto, essas dúvidas estão começando a se transformar em certeza. O doleiro não apenas confi rmou a existência das contas do PT no exterior como se diz capaz de ajudar a identifi cá-las, fornecendo detalhes de operações realizadas, o número e a localização de algumas delas.

UM PERSONAGEM AINDA OCULTO
O doleiro narrou a um interlocutor que seu esquema criminoso por pouco não atuou na campanha presidencial deste ano. Nos primeiros dias de março, Youssef recebeu a ligação de um homem, identifi cado por ele apenas como “Felipe”, integrante da cúpula de campanha do PT. Ele queria os serviços de Youssef para repatriar 20 milhões de reais que seriam usados no caixa eleitoral. Youssef disse que chegou a marcar uma segunda conversa para tratar da operação, mas o negócio não foi adiante porque ele foi preso dias depois. Esse trecho ainda não foi formalizado às autoridades.

O círculo vai fechando

ATÉ A MÁFIA FALOU – Tommaso Buscetta, o primeiro mafioso a fazer delação premiada. Na Sicília, seu sobrenome virou xingamento

​Quem delata pode mentir?

Alexandre Hisayasu
A delação premiada tem uma regra de ouro: quem a pleiteia não pode mentir. Se, em qualquer momento, fi car provado que o delator não contou a verdade, os benefícios que recebeu como parte do acordo, como a liberdade provisória, são imediatamente suspensos e ele fica sujeito a ter sua pena de prisão aumentada em até quatro anos.

Para ter validade, a delação premiada precisa ser combinada com o Ministério Público e homologada pela Justiça. O doleiro Alberto Youssef assinou o acordo com o MP no fi m de setembro. Desde então, vem dando depoimentos diários aos procuradores que investigam o caso Petrobras. Se suas informações forem consideradas relevantes e consistentes, a Justiça – nesse caso, o Supremo Tribunal Federal, já que o doleiro mencionou políticos – homologará o acordo e Youssef será posto em liberdade, como já ocorreu com outro delator envolvido no mesmo caso, Paulo Roberto Costa. O ex-diretor da Petrobras deu detalhes ao Ministério Público e à Polícia Federal sobre o funcionamento do esquema milionário de pagamento de propinas que funcionava na estatal e benefi ciava políticos de partidos da base aliada do governo. Ele já deixou a cadeia e aguarda o julgamento em liberdade. O doleiro continua preso.

Até o ano passado, a lei brasileira previa que o delator só poderia usufruir os benefícios do acordo de delação ao fi m do processo com o qual havia colaborado – e se o juiz assim decidisse. Ou seja, apenas depois que aqueles que ele tivesse incriminado fossem julgados é que a Justiça resolveria se o delator mereceria ganhar a liberdade. Desde agosto de 2013, no entanto, esses benefícios passaram a valer imediatamente depois da homologação do acordo. “Foi uma forma de estimular a prática. Você deixa de punir o peixe pequeno para pegar o grande”, diz o promotor Arthur Lemos Júnior, que participou da elaboração da nova lei.

Mais famoso – e prolífero – delator da história recente, o mafioso Tommaso Buscetta levou à cadeia cerca de 300 comparsas. Preso no Brasil em 1983, fechou acordo com a Justiça italiana e foi peça-chave na Operação Mãos Limpas, responsável pelo desmonte da máfi a siciliana. Depois disso, conseguiu proteção para ele e a família e viveu livre nos Estados Unidos até sua morte, em 2000.

* Bandidos: Militantes petistas picham sede da revista Veja.

Em protesto contra reportagem de capa da revista “Veja”, cerca de 50 pessoas picharam a sede da editora Abril, localizada na zona oeste de São Paulo, e espalharam edições picadas da publicação em frente ao prédio na noite desta sexta-feira (24). Segundo a revista, o doleiro Alberto Youssef disse em depoimento à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal, no seu processo de delação premiada, que a presidente Dilma Rousseff (PT) e o ex-presidente Lula tinham conhecimento do esquema de desvio de dinheiro na Petrobras.

Candidata à reeleição, Dilma classificou a reportagem de “terrorismo eleitoral” e disse que a revista “agride nossa tradição democrática” ao publicar as acusações do doleiro “sem prova concreta”. Na calçada, nas paredes e na placa da Abril, que publica o semanário, foram escritas frases como “Veja mente” e “fora Veja”. As pichações são assinadas pela UJS (União da Juventude Socialista), organização de militância jovem ligada ao PC do B.

Além de edições da revista, foram espalhados sacos de lixo rasgados e pedaços de papel higiênico em frente ao portão da empresa. A Folha não conseguiu entrar em contato com a UJS para verificar a autenticidade da assinatura. Segundo testemunhas, os manifestantes passaram cerca de meia hora no local cantando gritos de guerra contra a revista. Eles deixaram o local por volta das 19h30. A Polícia Militar, que esteve na sede às 20h20, disse que fará rondas na área para tentar identificar os responsáveis.
Esses são os companheiros que querem continuar na tetas do Planalto.

* Pesquisa CNT: Aécio inverte queda, volta a subir e passa à frente de Dilma.

A 126ª Pesquisa CNT/MDA mostra que Aécio Neves está numericamente à frente de Dilma Rousseff. Importante ressaltar que Aécio inverteu a curva de queda e voltou a subir. Provavelmente, o debate da Rede Globo definiu as eleições, com grandes possibilidades de Aécio ser eleito presidente da República neste domingo. A Pesquisa realizada 23 e 24 de outubro de 2014 e divulgada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR – 01199/2014. Foram entrevistadas 2.002 pessoas de 137 municípios de 25 Unidades da Federação.

ESPONTÂNEA
Aécio Neves – 44,4%
Dilma Rousseff- 43,3%

ESTIMULADA

Aécio Neves – 45,3%
Dilma Rousseff – 44,7%

VOTOS VÁLIDOS
(percentual calculado excluindo os percentuais de branco, nulo e indecisos)
Aécio Neves (PSDB) – 50,3%
Dilma Rousseff (PT) – 49,7%

LIMITE DE VOTO

Dilma Rousseff: é a única em que votaria (37,9%); é uma candidata em que poderia votar (17,3%); não votaria nela de jeito nenhum (43,3%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (0,1%).

Aécio Neves: é o único em que votaria (38,4%); é um candidato em que poderia votar (16,3%); não votaria nele de jeito nenhum (42,8%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (1,1%).

* Segundo avaliação nas redes sociais, Aécio foi melhor no debate.

Os presidenciáveis Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) participaram na noite desta sexta-feira (24) na TV Globo do último debate antes do segundo turno da eleição. Além das perguntas entre si, os candidatos responderam a questões do dia a dia formuladas por eleitores indecisos. Nas respostas, ambos mantiveram a troca de acusações e ironias de outros debates.

O debate começou às 22h08 (horário de Brasília) e durou uma hora e 50 minutos. Terminou pouco antes da meia-noite, horário limite permitido pela Lei Eleitoral. Foram quatro blocos: o primeiro e o terceiro tiveram perguntas entre os candidatos; no segundo e no quarto, Dilma e Aécio responderam a questões de eleitores indecisos selecionados pelo instituto de pesquisa Ibope, que estavam no auditório e foram escolhidos por sorteio pelo mediador William Bonner. No quarto bloco, os candidatos também fizeram as considerações finais. Segundo avaliação das redes sociais, o tucano teve melhor desempenho.
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* Explicação do adiamento do IBOPE/RN.

A 48 horas das eleições, a Intertv Cabugi e o instituto de pesquisa Ibope adiaram a divulgação da pesquisa que seria anunciada no telejornal da noite desta sexta-feira, medindo a intenção de voto do eleitor potiguar para o governo do Estado. De acordo com o superintendente da Intertv Cabugi, Dirceu Simabucuru, a decisão pelo adiamento da divulgação se deu em comum acordo com o Ibope, que mediria a intenção de voto por mais um dia, objetivando um resultado mais fidedigno. Dessa forma, o instituto captaria também os reflexos do debate entre os candidatos realizado pela TV na quinta-feira. A Intertv divulgará hoje, no “RNTV 2ª Edição”, o resultado do levantamento.

“Não houve adiamento, porque a gente nem divulgou que seria ontem. Foi uma especulação toda, de que seria hoje. Mas, na verdade, a gente precisava ter um resultado mais fidedigno da intenção de votos. Então, conseguimos fazer a pesquisa até hoje, para saber a opinião dos eleitores. É muito provável que dessa forma consigamos um resultado mais fidedigno”, explicou Dirceu, em contato com O Jornal de Hoje.

O superintendente da Intertv Cabugi explicou ainda que a decisão de só publicar a pesquisa neste sábado, em vez de sexta, como anunciado na imprensa, também ocorreu em outras afiliadas à Rede Globo espalhadas pelo País. “Não foi só no Rio Grande do Norrte, mas na grande maioria dos Estados onde há segundo turno. Acredito que dez estados devem dar a pesquisa hoje, para dar com muito mais propriedade a intenção de votos dos eleitores”, disse.

No caso do Rio Grande do Norte, onde os candidatos Henrique Alves (PMDB), que é, inclusive, sócio da Intertv, e Robinson Faria (PSD), disputam o governo do Estado, o acirramento da campanha constatado nos últimos dias foi fundamental para a decisão de estender a pesquisa até hoje. Além disso, os efeitos do debate de anteontem ficariam de fora da captação do levantamento.

“Como a disputa está muito acirrada, era melhor ter mais tempo, segundo o Ibope, para, de fato, ter a inteção do eleitor para as eleições. Isso foi uma decisão não só do Ibope, como nossa, para termos um resultado mais fidedigno da eleição. Porque há muitos eleitores indecisos, esperando para decidir. E o próprio debate, como foi na quinta, não dava para pegar a opinião do eleitor a respeito do debate. Por isso vamos fazer hoje”, explicou Dirceu.
dirceu 08-10
Japa, você não vá aprontar!
Jornal de Hoje