sábado, 14 de março de 2015

* Renan Calheiros e suas sinceras definições sobre Aloizio Mercadante.

De Renan Calheiros, entre o irônico e o irritado, em conversa com um senador peemedebista: “o Aloizio Mercadante tem resposta para tudo e solução para nada”.
Por Lauro Jardim

* Preocupante: Cárcere privado em Natal completa 30 horas

Passadas 30 horas desde que um adolescente é mantido refém pelo padrasto, o agente penitenciário aposentado Francisco José de Assis Guimarães, de 52 anos, nenhum sinal de desfecho do caso se confirmou. O homem segue dentro do apartamento da família com o adolescente, mantendo contato com oficiais da Polícia Militar que negociam na tentativa de liberar a vítima e encerrar um dos casos de cárcere privado mais longos no Rio Grande do Norte. 

De acordo com o major Rodrigues Barreto, coordenador da operação, no início da manhã deste sábado (14), houve certa evolução nas negociações. "Houve uma certa evolução no decorrer da noite. Ele demonstrou que está mais tranquilo e propenso a colaborar", disse o major.

Sobre o garoto, ele disse que foi relatado cansaço, em decorrência da quantidade de horas não dormidas, mas que segue bem. Na madrugada, Francisco Guimarães requisitou insulina aos policiais militares para o tratamento da diabetes. Uma equipe medica de plantão em frente ao prédio providenciou a medicação.

* Ministra do STF diz que juízes devem sair da zona de conforto e ir até cidadãos.

A ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia defendeu a transformação do Judiciário, que segundo ela, precisa se reinventar para atender de forma adequada à população brasileira. Em discurso hoje (13), durante o encerramento da Campanha Justiça pela Paz em Casa, no Rio de Janeiro, ela defendeu mais criatividade e mudança de postura por parte dos juízes para diminuir o déficit que a Justiça tem com o cidadão.

“Precisamos transformar o Poder Judiciário, que está muito aquém do que o cidadão brasileiro nos exige. Porque o mundo se transformou, o Brasil se transformou. Cabe a nós sairmos da zona de conforto e da mesmice e também nos transformarmos. E uma das providências é a que foi adotada em grande parte do Brasil com a Justiça Itinerante, irmos onde o cidadão está”, disse a ministra, ao ressaltar que muitas mulheres não denunciam a violência porque não têm nem condições financeiras de pagar o transporte para ir até uma delegacia de polícia ou órgão de apoio.
carmen lucia TSE 2
Ministra do STF.