sábado, 27 de junho de 2015

* Dia histórico: Neto Caraúbas vestirá camisa da seleção brasileira.

Neto Caraúbas, esse será o nome do primeiro caraubense a vestir a camisa amarelinha da Seleção Brasileira de Futebol de Salão. A marca história para nosso município é fruto de um longo trabalho que além de ser reconhecido no sudeste e sul do país, alcançou agora escala nacional.

Antecessor do Futsal, o Futebol de Salão Clássico está ressurgindo e o confronto de hoje inicia uma série de amistosos que a seleção brasileira vai disputar. As 17 horas Brasil e Bolívia se enfrentam no Ginásio do Pacaembú em São Paulo. Neto e demais atletas convocados estão concentrados no Hotel Elache em Roseira (SP) e apenas horas antes vão se dirigir ao local do jogo.

O atleta caraubense não esconde a alegria, mas é consciente da responsabilidade do momento. "Veio a convocação e agora chegamos ao grande dia. A ansiedade existe, mas apenas até a hora da bola rolar. Do futebol brasileiro se espera sempre o melhor e vamos buscar fazer nossa parte dentro de quadra hoje", destacou Neto.

Toda estrutura do jogo foi organizada pela Confederação de Futebol de Salão do Brasil (CFSB), e vai contar com todo aparato de um grande evento esportivo. A imprensa especializada fará a cobertura, como também na manhã ontem, o Jornal Folha de São Paulo, em sua edição em espanhol divulgou uma matéria sobre a partida.

A transmissão do jogo vai acontecer através do portal http://www.radioesportesnet.com.br/.
Neto Caraúbas.
 Assessoria.

* Delação de empreiteiro aumenta pressão sobre governo Dilma e o PT.

Depoimentos prestados pelo empresário Ricardo Pessoa, dono da empreiteira UTC, aos procuradores da Operação Lava Jato ampliaram as pressões sobre o governo da presidente Dilma Rousseff e o seu partido, o PT, lançando novas suspeitas sobre a maneira como as campanhas petistas foram financiadas nos últimos anos.

Um dos empreiteiros investigados pela Operação Lava Jato por causa de seu envolvimento com o esquema de corrupção descoberto na Petrobras, Pessoa fez acordo com a Procuradoria-Geral da República para colaborar com as investigações em troca de uma pena reduzida. O acordo foi homologado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) nesta quinta (25).

Pessoa afirmou aos procuradores que doou R$ 7,5 milhões à campanha à reeleição de Dilma no ano passado por temer prejuízos em seus negócios na Petrobras se não ajudasse o PT. Como a Folha revelou em maio, a doação foi feita legalmente e ele disse que tratou da contribuição diretamente com o tesoureiro da campanha de Dilma, o atual ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Edinho Silva.
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Ricardo Pessoa.

* Governo e Correios unem forças para coibir assaltos.

Com base em experiência muito bem sucedida no Alto Oeste potiguar, a Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) e os Correios estão unindo forças para prevenir os assaltos às agências postais em todo o Rio Grande do Norte. Na quinta-feira à tarde, a cúpula da Sesed e a Diretoria Regional dos Correios realizaram a segunda de uma série de reuniões para acertar os detalhes do plano de ação.

Segundo o secretário adjunto da Sesed, Caio Bezerra, que conduziu a reunião, que contou com a presença do diretor regional dos Correios, José Alberto Brito, além de representantes da gerência de segurança patrimonial dos Correios, os comandantes dos Batalhões de Polícia Militar e de policiamento da região metropolitana e interior, e representantes da Polícia Civil.

* Ministro diz que juízes não devem ignorar opinião pública em suas decisões.

O ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux afirmou hoje (26) que os juízes não devem ignorar a opinião pública ao exercer sua prerrogativa de ser contramajoritários em suas decisões. Fux participou do 1º Encontro Nacional pela Paz no Futebol, promovido pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

“Nenhum juiz tem o direito de bater no peito e dizer que não liga para a opinião pública, porque todo poder emana do povo e em seu nome é exercido”, disse Fux. Para ele, a liberdade de contrariar a opinião majoritária deve ser usada em favor da própria sociedade, para definir a constitucionalidade de leis votadas no Congresso e para garantir a proteção de minorias.

“Não aceito colega que bate no peito e diz que julga independentemente do que a opinião pública pensa. Depende. Não é isso que é a posição contramajoritária dos tribunais. Somos contramajoritários quando o que vem da casa do povo, da Câmara [dos Deputados], é uma manifestação normativa que se choca com a Constituição, e temos que declarar inconstitucional”, disse o ministro.