sábado, 5 de março de 2016

* Wilma volta a conversar com João Maia.

Pelo que parece, a ex-governadora Wilma de Faria tem estreitado as conversas com o presidente estadual do PR, ex-deputado João Maia. Ontem (04), os dois líderes tiveram uma nova conversa. As testemunhas da longa conversa foram a deputada Márcia Maia e a esposa de João, Shirley Targino.
wilma joao
Eita lê lê

* Abom: Associações de bruxos e pagãos pedem fim do Dia Nacional da Proclamação do Evangelho.

Está aberta no Avaaz uma petição que pede a revogação imediata da lei, sancionada em janeiro por Dilma Rousseff, que institui o dia 31 de outubro como o Dia Nacional da Proclamação do Evangelho. O projeto original foi apresentado em 2003 pelo deputado Neucimar Fraga, que justificou: “Na atual situação do mundo, vivenciamos uma violência generalizada contra a sociedade e uma diversificação de costumes que destroem a instituição mais sagrada que é a família”.

A petição, que leva apresenta como autora a Associação Brasileira da Arte e Filosofia da Religião Wicca — que representa os Wicca, bruxos, pagãos e neopagãos do Brasil — tem 8.600 assinaturas.Para a associação, a lei é uma afronta ao Estado laico e às religiões pagãs, que têm no dia 31 uma data sagrada.
Por Lauro Jardim

* Advogado de marqueteiro do PT sonda procuradores sobre delação.

Vera Magalhães, na coluna Radar Online, destaca que o advogado de Santana e Monica Moura, Fabio Toffic, teve uma conversa preliminar com procuradores da República em Curitiba sobre se haveria espaço para uma colaboração judicial do casal. Na prisão, Monica é quem dá mais sinais de que quer fazer delação.

Essa delação poderá causar mais uma queda dentro do governo do PT.
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Marqueteiros.

* Em Caraúbas, 11 fugiram da cadeia pública.

Onze presos do Presídio Provisório Manoel Alves Pessoa Neto, em Caraúbas, na região Oeste do estado, fugiram na madrugada deste sábado (5). Os apenados utilizaram cordas, “terezas” para escalar os muros da Cadeia.

Por volta das 4h, os homens que estavam na guarita avistaram vários detentos do pavilhão B escalando a muralha. Os agentes ainda chegaram a efetuar alguns disparos de contenção, mas não conseguiu evitar a fuga.

Várias viaturas do Grupo Tático Operacional (GTO) da Polícia Militar foram mobilizadas na tentativa de localizar os detentos. A lista com os nomes dos onzes foragidos foi divulgada pela direção da unidade prisional.

São eles:

Alexandre dos Santos;
Felipe Franklin Saraiva da Silva;
Francisco Mikael Teixeira Pinto;
Francisco Wedson Costa;
Gustavo de Almeida Nascimento;
Ítalo de Moura Ferreira;
Marcos Roberto Gonçalves;
Marcos Tadeu da Silva;
Washington Martins da Rocha;
Alessandro Teixeira de Oliveira, e
Gustavo da silva Nogueira

Durante a manhã, os agentes penitenciários realizaram uma recontagem dos presos, para verificar se mais algum apenado teria escapado. Nenhuma das pessoas que fugiram foram recapturadas até o momento.

A Cadeia Pública de Caraúbas tem capacidade para 96 internos e no decreto para 152 internos, mas atualmente possui mais de 160 presos. A unidade, que em maio de 2015 foi parcialmente interditada pela Justiça, encontra-se impedida de receber novos apenados.


Sistema falido. 

Portal Mossoró Hoje

* Moro diz que condução de Lula não é “antecipação de culpa”.

Em nota divulgada hoje (05), o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelo inquéritos da Operação Lava Jato na primeira instância, repudiou os atos de violência ocorridos ontem (04) durante o depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Polícia Federal (PF) e disse que a condução coercitiva de Lula não significa “antecipação de culpa do ex-presidente”. Na manhã dessa sexta-feira, Lula foi conduzido coercitivamente para depor na sala da Polícia Federal no Aeroporto de Congonhas, zona sul paulistana.

Após a divulgação de que o ex-presidente estava prestando depoimento, foram registradas agressões entre manifestantes favoráveis e contrários a Lula em frente ao aeroporto e também em frente ao prédio onde o ex-presidente mora em São Bernardo do Campo (SP).

Moro disse que, sem prejuízo da liberdade de expressão e de manifestação política, repudia “atos de violência de qualquer natureza, origem e direcionamento, bem como a incitação à prática de violência, ofensas ou ameaças a quem quer que seja, a investigados, a partidos políticos, a instituições constituídas ou a qualquer pessoa”.
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Moro.