domingo, 13 de março de 2016

* Tome: Alckmin e Aécio são vaiados em ato contra o governo.

Diversos políticos e parlamentares de partidos de oposição estiveram presentes neste domingo (13) na Avenida Paulista, região central da capital, no ato em favor do impeachment da presidenta Dilma Rousseff. O principal ponto de encontro das lideranças oposicionistas foi o palco montado pelo Movimento Brasil Livre, em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp).

Ao se aproximarem do local, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) foram vaiados pelos manifestantes. “Nós estamos aqui como cidadãos, respeitando a pluralidade nessa sociedade tão múltipla como a nossa e na busca daquilo que nos une, o fim desse governo”, disse o senador.

Perguntado sobre as menções de seu nome na Operação Lava Jato, o senador mineiro se defendeu das suspeitas que têm surgido sobre seu envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras. “Acho que todas as citações têm que ser investigadas e elas estão se desmontando porque são falsas”, enfatizou.
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Toma tucanos.

* PM restringe acesso à manifestação na Av. Paulista por excesso de pessoas.

A Polícia Militar está restringindo o acesso de pessoas à Avenida Paulista, onde ocorre manifestação contra o governo Dilma Rousseff. A justificativa é a de que há excesso de pessoas no local e, por isso, está sendo priorizada a segurança dos manifestantes.

As pessoas que seguem nas ruas paralelas e transversais com destino à Av. Paulista estão sendo barradas. Algumas saídas de estações do metrô foram fechadas. Funcionários bloqueiam a entrada da estação Paulista, da Linha 4 (Amarela), e liberam aos poucos a entrada dos manifestantes que tentam voltar para casa.

O movimento Vem Pra Rua anunciou por volta das 16 horas estimativa de que 2,5 milhões de manifestantes participam de ato contra o governo da presidente Dilma Rousseff na Av. Paulista.

A assessoria de Comunicação Social da PM informou que, a priori, não divulgará informações sobre o número de participantes na manifestação na capital paulista.
Estadão Conteúdo

* No RJ 1 milhão de pessoas saem as ruas pedindo Impeachment de Dilma

Manifestantes contrários ao governo Dilma Rousseff e a favor das investigações da Operação Lava Jato se reuniram na manhã deste domingo (13) na Praia de Copacabana, Zona Sul do Rio. A concentração do ato foi marcada para as 10h, mas os manifestantes começaram a chegar por volta das 9h e se dispersaram cerca de seis horas depois, às 15h, quando acabou o ato.

A passeata, que por volta das 10h30 contava com 5 carros de som, seguiu por cerca de 2 quilômetros em direção ao Leme. Os manifestantes começaram a caminhar por volta das 10h e paravam ao longo do caminho para ouvir os discursos dos organizadores.

Quase quatro horas após o início do protesto, organizadores estimaram a presença de cerca de 1 milhão de pessoas na manifestação. A Polícia Militar não divulgou um balanço.
MANIFESTAÇÃO - RIO - 9H40 (Foto: Nicolás Satriano/G1) 
Ambulantes vendem bonecos de Lula e de Dilma.

* Mais uma: Presos fugiram usando o mesmo túnel escavado para a fuga na quinta.

G1/RN – Policiais da Força Nacional, a própria direção e agentes da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, o maior presídio do Rio Grande do Norte, entraram numa região de mata fechada que segue em direção às praias do litoral Sul do estado em busca de detentos que foram vistos escapando da unidade na madrugada deste domingo (13).

A quantidade de fugitivos, no entanto, ainda não foi confirmada. Segundo a Coordenadoria de Administração Penitenciária (Coape), será preciso fazer uma recontagem dos apenados para saber, de fato, quantos presos fugiram desta vez. Na noite da quinta-feira (10), seis internos escaparam por um túnel escavado a partir do pavilhão 4, o mesmo que teria sido reabeto e utilizado para a fuga deste domingo.

“Infelizmente as informações que temos é que os presos fugiram pelo mesmo túnel. Ivo Freire (diretor de Alcaçuz) está fazendo buscas na mata, em direção às praias. Não estaria fazendo isso se não tivesse havido fuga, lógico. Agora, o procedimento é o de sempre: entrar, contar e informar quantos foram”, disse Durval Franco, diretor da Coape.
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Deixem logo todo fugirem!