quarta-feira, 12 de julho de 2017

* GOVERNO TEMER PODE FECHAR METADE DAS AGÊNCIAS DO INSS NO PAÍS.

Corte de gastos promovido pelo governo Michel Temer, que deve fechar o ano com um déficit da ordem de R$ 139 bilhões, deve afetar até o atendimento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), levando a suspensão do atendimento à população em até cerca da metade das agências da instituição em todo o país; corte ordenado pelo Ministério do Planejamento teria alcançado 40% dos recursos destinados às agências do INSS; golpe parlamentar que alçou Michel Temer ao poder continua fazendo vítimas principalmente entre os mais fracos: aposentados, pensionistas e trabalhadores

Brasil 247 – O corte de gastos promovido pelo governo Michel Temer, que deve fechar o ano com um déficit da ordem de R$ 139 bilhões, deve afetar até o atendimento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), levando a suspensão do atendimento à população em que pode suspender o atendimento em até cerca da metade das agências da instituição em todo o país.

De acordo com o Blog do Vicente, do jornal Correio Braziliense, o Ministério do Planejamento teria cortado em 40% os recursos destinados às agências do INSS.

As negociações entre o presidente do INSS, Leonardo Gadelha, e o Ministério do Planejamento já vem se estendendo sem sucesso por cerca de três meses. Caso o problema não seja solucionado rapidamente,o INSS deverá anunciar um plano especial para atender à população.

A crise que pode paralisar o atendimento nas agências do INSS ganha destaque para o Palácio do Planalto, uma vez que a denúncia de corrupção passiva contra Michel Temer tende a ser aceita pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Caso os postos sejam efetivamente fechados, o desgaste sobre o peemedebista será ampliado fortemente.

Inicialmente, o INSS deverá reduzir os horários de atendimentos e, caso a situação persista, serão fechados os postos menos procurados. Na última fase do plano de contingência, é que as agências deverão ser fechados por tempo indeterminado.
Nossa! 

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