sábado, 11 de fevereiro de 2017

* Fuzileiros navais apreendem celulares e armas brancas em presídio do RN.

G1/RN: Fuzileiros navais apreenderam celulares, drogas e armas brancas na revista realizada na Penitenciária Estadual de Parnamirim (PEP), na Grande Natal, nesta sexta-feira (10). A operação chamada 'Varredura' contou com mais de 500 militares, equipamentos de detecção e cães de guerra, além do apoio dos órgãos de Segurança Pública. A PEP é uma das unidades prisionais potiguares que têm bloqueadores de celular. Mesmo assim, 8 aparelhos de telefone celular foram apreendidos na ação desta sexta.

De acordo com a assessoria da Marinha do Brasil, além dos celulares, foram apreendidas 216 armas brancas, 8 baterias, 11 chips de celulares, 48 suspeitas de narcóticos e outros 425 itens proibidos.

Para a revista não houve contato direto dos militares com os detentos, já que os presos foram previamente retirados das carceragens por agentes penitenciários e policiais militares.

A Penitenciária de Parnamirim possui atualmente cerca de 600 detentos. A capacidade, no entanto, é para 288.
 Penitenciária Estadual de Parnamirim, no RN (Foto: Ricardo Araújo/G1)
Penitenciária.

* Saúde investiga caso suspeito de febre amarela no RN.

Diante da situação epidemiológica do Brasil em relação à Febre Amarela, os profissionais de saúde do estado do Rio Grande do Norte são orientados a notificar os casos suspeitos da doença de forma imediata, conforme determinação do Ministério da Saúde.

Nos últimos dias a SESAP foi notificada sobre um caso suspeito de paciente residente em Venha Ver.

Diante da notificação, a investigação está sendo conduzida junto à regional de saúde e o município. 

Considerando que a febre amarela tem sintomatologia semellhante com outras síndromes febris, o caso também está sendo investigado para outras doenças, tais como: hepatites virais, dengue, leptospirose e chikungunya.

* ITEP recolhe mais um crânio no presídio de Alcaçuz.

O Instituto Técnico-Científico de Perícia foi acionado, na tarde desta sexta-feira (10), para recolher mais uma parte de corpo encontrada na penitenciária de Alcaçuz. De acordo com o vice-diretor do presídio, Juciélio Barbosa, um crânio foi encontrado por trás do Pavilhão 3.

O crânio já foi recolhido e levado para a sede do Itep, em Natal. Agora, são 12 cabeças que foram retiradas da penitenciária desde o início das rebeliões, em 14 de janeiro. Todas aguardam identificação.

Questionado se o crânio retirado nesta sexta-feira seria de algum preso vítima da guerra de facções nas últimas semanas, Barbosa acredita que “faz parte do mesmo episódio da matança”.
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Número de mortos não foi divulgado de fato.